Facebook: 'Vai levar anos para corrigir problemas de privacidade', diz Zuckerberg
Pode levar alguns anos para que o Facebook resolva os problemas associados ao uso de dados de seus usuários por terceiros de forma não-autorizada, disse o presidente-executivo, Mark Zuckerberg.
"Acho que vamos cavar esse buraco, mas vai demorar alguns anos. Eu gostaria de poder resolver todos esses problemas em três meses ou seis meses, mas eu acho que a realidade é que resolver algumas dessas questões vai levar um longo período de tempo", admitiu Zuckerberg em uma entrevista para o portal Vox.com.
O Facebook anunciou na semana passada que fecharia as categorias de parceiros, o que permite que provedores de dados de terceiros ofereçam sua segmentação diretamente na rede social.
Ele também planeja introduzir novas ferramentas de privacidade nas próximas semanas para permitir que os usuários gerenciem e acessem mais facilmente os seus dados pessoais.
A rede social se viu envolvida em um grande escândalo internacional depois da consultoria Cambridge Analytica admitir que coletou sem permissão os dados de 50 milhões de usuários. A empresa usou a informação para desenvolver um mecanismo que pudesse prever e influenciar o comportamento dos eleitores para impulsionar o presidente dos EUA, Donald Trump, nas eleições de 2016.
"Acho que vamos cavar esse buraco, mas vai demorar alguns anos. Eu gostaria de poder resolver todos esses problemas em três meses ou seis meses, mas eu acho que a realidade é que resolver algumas dessas questões vai levar um longo período de tempo", admitiu Zuckerberg em uma entrevista para o portal Vox.com.
O Facebook anunciou na semana passada que fecharia as categorias de parceiros, o que permite que provedores de dados de terceiros ofereçam sua segmentação diretamente na rede social.
Ele também planeja introduzir novas ferramentas de privacidade nas próximas semanas para permitir que os usuários gerenciem e acessem mais facilmente os seus dados pessoais.
A rede social se viu envolvida em um grande escândalo internacional depois da consultoria Cambridge Analytica admitir que coletou sem permissão os dados de 50 milhões de usuários. A empresa usou a informação para desenvolver um mecanismo que pudesse prever e influenciar o comportamento dos eleitores para impulsionar o presidente dos EUA, Donald Trump, nas eleições de 2016.
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