Oito obras estão paralisadas na Universidade Federal de Alagoas
A obra do complexo esportivo, na Universidade Federal de Alagoas (Ufal), deveria ter sido entregue no ano passado. São 49 mil metros quadrados e um investimento de quase R$ 30 milhões.
O complexo beneficiaria alunos do curso de Educação Física e toda a população do Estado, que poderiam usar a pista de atletismo, a quadra poliesportiva e a piscina para natação. Isso se elas tivessem prontas.
Das 19 obras que estavam em andamento há dois anos, oito seguem inacabadas. O bloco de comunicação social está pronto, mas ainda não funciona. Do lado de fora cercado pelo mato, e dentro, as 12 salas de aula, laboratório e auditório ainda estão vazios, assim, sem os equipamentos necessários para atender a demanda de professores e alunos.
O prédio, que custou quase R$ 2 milhões deveria ter sido entregue em 2015. “Tá todo mundo apertado no outro prédio, com ar-condicionado quebrado, salas sem funcionar e sem poder ter aula do jeito que deveria porque o prédio está parado”, afirma a estudante de jornalismo, Camilla Bibiano.
O superintendente de infraestrutura da Ufal, Dilson Batista, disse que as obras são concluídas conforme a liberação dos recursos. “A gente não paralisa a obra. A gente continua com as obras conforme chegam os recursos. Infelizmente, algumas dessas obras tem que rever os cronogramas em decorrência dos recursos que chegam”, afirma.
Em 2016, o Ministério da Educação apontou mais de 200 obras paradas em 41 universidades espalhadas pelo país. Apenas 23,4% dessas obras foram concluídas e 43,4% continuam paralisadas.
Agora, em 2018, o número aumentou porque outras obras começaram nos últimos dois anos. Já são mais de 250 obras em 44 universidades que continuam paradas.
O Ministério da Educação diz que houve cortes no orçamento de mais de R$ 17 bilhões durante a gestão do governo Dilma. E que apesar disso, 670 obras foram entregues. O MEC esclarece que os valores investidos dependem do andamento das obras, que é de responsabilidade de cada universidade. Eles só são liberados à medida que o andamento é informado, o que nem sempre acontece.
O complexo beneficiaria alunos do curso de Educação Física e toda a população do Estado, que poderiam usar a pista de atletismo, a quadra poliesportiva e a piscina para natação. Isso se elas tivessem prontas.
Das 19 obras que estavam em andamento há dois anos, oito seguem inacabadas. O bloco de comunicação social está pronto, mas ainda não funciona. Do lado de fora cercado pelo mato, e dentro, as 12 salas de aula, laboratório e auditório ainda estão vazios, assim, sem os equipamentos necessários para atender a demanda de professores e alunos.
O prédio, que custou quase R$ 2 milhões deveria ter sido entregue em 2015. “Tá todo mundo apertado no outro prédio, com ar-condicionado quebrado, salas sem funcionar e sem poder ter aula do jeito que deveria porque o prédio está parado”, afirma a estudante de jornalismo, Camilla Bibiano.
O superintendente de infraestrutura da Ufal, Dilson Batista, disse que as obras são concluídas conforme a liberação dos recursos. “A gente não paralisa a obra. A gente continua com as obras conforme chegam os recursos. Infelizmente, algumas dessas obras tem que rever os cronogramas em decorrência dos recursos que chegam”, afirma.
Em 2016, o Ministério da Educação apontou mais de 200 obras paradas em 41 universidades espalhadas pelo país. Apenas 23,4% dessas obras foram concluídas e 43,4% continuam paralisadas.
Agora, em 2018, o número aumentou porque outras obras começaram nos últimos dois anos. Já são mais de 250 obras em 44 universidades que continuam paradas.
O Ministério da Educação diz que houve cortes no orçamento de mais de R$ 17 bilhões durante a gestão do governo Dilma. E que apesar disso, 670 obras foram entregues. O MEC esclarece que os valores investidos dependem do andamento das obras, que é de responsabilidade de cada universidade. Eles só são liberados à medida que o andamento é informado, o que nem sempre acontece.
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