Jardineiro confessa que matou arquiteta alagoana em Olinda – PE
A Polícia Civil prendeu, na noite do sábado (24), um homem de 28 anos que confessou ter assassinado a arquiteta alagoana Maria Alice Soares dos Anjos, de 74 anos. Renato José da Silva trabalhava como jardineiro da co-fundadora do bloco carnavalesco Eu Acho É Pouco, encontrada morta na noite do dia 13 de março na casa em que morava, na Rua Treze de Maio, no Sítio Histórico de Olinda.
Durante o depoimento, Renato narrou à polícia os detalhes do crime e os motivos pelos quais assassinou Maria Alice, conhecida como "Baixinha" por amigos e familiares. Após a prisão, o jardineiro foi encaminhado ao Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, no Grande Recife.
Além do cumprimento do mandado de prisão temporária, a polícia também capturou um outro homem de 28 anos que adquiriu o celular da vítima, furtado durante o crime. O comprador do aparelho foi atuado em flagrante delito pelo crime de receptação.
Entenda o caso
Maria Alice Soares dos Anjos foi encontrada morta no quintal da casa em que morava, no Sítio Histórico de Olinda, na noite de 13 de março. A vítima apresentava ferimentos na cabeça e nos joelhos. O sepultamento ocorreu em Maceió, capital de Alagoas, na manhã do dia 15 do mesmo mês.
Ao lado do corpo, os policiais que fizeram a perícia no local do crime encontraram um vaso de plantas, apontado como um possível objeto utilizado para tirar a vida da vítima. Segundo o delegado Ricardo Silveira, inicialmente responsável pelo caso, o homicídio não foi cometido por pessoas habituadas a praticar esse tipo de crime, devido à ausência de marcas de armas de fogo e aos poucos itens levados da casa da arquiteta.
No dia 12 de março, véspera do crime, Maria Alice prestou queixa na Polícia Civil devido a um furto de cervejas e carnes no dia 11 do mesmo mês. Na ocorrência, a vítima também explica que os furtos estariam sendo frequentes.
Após a morte da arquiteta, amigos e familiares de Maria Alice realizaram um ato pelas ruas do Sítio Histórico de Olinda para homenagear a vítima e, ao mesmo tempo, cobrar segurança na área. Com faixas, cartazes e flores, o grupo caminhou pelas principais ruas do Sítio Histórico no dia 17 de março, em sinal de luto e de mobilização para minimizar as ocorrências criminosas no local.
Durante o depoimento, Renato narrou à polícia os detalhes do crime e os motivos pelos quais assassinou Maria Alice, conhecida como "Baixinha" por amigos e familiares. Após a prisão, o jardineiro foi encaminhado ao Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, no Grande Recife.
Além do cumprimento do mandado de prisão temporária, a polícia também capturou um outro homem de 28 anos que adquiriu o celular da vítima, furtado durante o crime. O comprador do aparelho foi atuado em flagrante delito pelo crime de receptação.
Entenda o caso
Maria Alice Soares dos Anjos foi encontrada morta no quintal da casa em que morava, no Sítio Histórico de Olinda, na noite de 13 de março. A vítima apresentava ferimentos na cabeça e nos joelhos. O sepultamento ocorreu em Maceió, capital de Alagoas, na manhã do dia 15 do mesmo mês.
Ao lado do corpo, os policiais que fizeram a perícia no local do crime encontraram um vaso de plantas, apontado como um possível objeto utilizado para tirar a vida da vítima. Segundo o delegado Ricardo Silveira, inicialmente responsável pelo caso, o homicídio não foi cometido por pessoas habituadas a praticar esse tipo de crime, devido à ausência de marcas de armas de fogo e aos poucos itens levados da casa da arquiteta.
No dia 12 de março, véspera do crime, Maria Alice prestou queixa na Polícia Civil devido a um furto de cervejas e carnes no dia 11 do mesmo mês. Na ocorrência, a vítima também explica que os furtos estariam sendo frequentes.
Após a morte da arquiteta, amigos e familiares de Maria Alice realizaram um ato pelas ruas do Sítio Histórico de Olinda para homenagear a vítima e, ao mesmo tempo, cobrar segurança na área. Com faixas, cartazes e flores, o grupo caminhou pelas principais ruas do Sítio Histórico no dia 17 de março, em sinal de luto e de mobilização para minimizar as ocorrências criminosas no local.
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