Denunciados por Baixinho Boiadeiro em suposto esquema na ALE depõem na PF
A Polícia Federal (PF) começou a ouvir nesta segunda-feira (26) as 17 pessoas denunciadas por José Márcio Cavalcante, o “Baixinho Boiadeiro”, como sendo “laranjas” em um esquema de desvio de dinheiro na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE).
Segundo ele, a fraude estava sendo investigada pelo seu pai, o vereador por Batalha Neguinho Boiadeiro, assassinado em novembro de 2017.
De acordo com a assessoria de comunicação da PF, os depoimentos estão sendo colhidos pelo delegado Daniel Granjeiro. A instituição, no entanto, não confirma quantos já foram ouvidos nem até quando irão as oitivas.
Baixinho Boiadeiro citou o esquema que estaria sendo investigado por seu pai em um vídeo publicado na internet no dia 2 de fevereiro.
Segundo ele, algumas dessas pessoas, sem saber, ‘emprestavam’ o nome estando vinculadas à folha de pagamento salarial da ALE e da Prefeitura de Batalha, onde recebiam entre R$ 12 mil e R$ 17 mil por mês.
No entanto, essas pessoas ficavam apenas com um pequeno valor, R$ 300, enquanto os responsáveis pelo esquema, com ajuda de um servidor público do banco, asseguravam o montante
Ainda no vídeo, ele disse que Neguinho Boaideiro foi morto por adversários políticos porque estava levantando informações sobre esse esquema fraudulento.
No vídeo, ele disse ainda que o também vereador Tony Pretinho (PR) foi morto (um mês depois de Neguinho Boiadeiro) porque tinha conhecimento do esquema de corrupção.
Contudo, segundo as investigações, Baixinho Boiadeiro foi o responsável pela morte de Tony Pretinho, por acreditar que ele tinha envolvimento no assassinato do pai. A polícia diz que ele teve apoio de dois homens, um deles foi preso em Santa Catarina no último dia 14. Baixinho e o outro suspeito são considerados foragidos.
Segundo ele, a fraude estava sendo investigada pelo seu pai, o vereador por Batalha Neguinho Boiadeiro, assassinado em novembro de 2017.
De acordo com a assessoria de comunicação da PF, os depoimentos estão sendo colhidos pelo delegado Daniel Granjeiro. A instituição, no entanto, não confirma quantos já foram ouvidos nem até quando irão as oitivas.
Baixinho Boiadeiro citou o esquema que estaria sendo investigado por seu pai em um vídeo publicado na internet no dia 2 de fevereiro.
Segundo ele, algumas dessas pessoas, sem saber, ‘emprestavam’ o nome estando vinculadas à folha de pagamento salarial da ALE e da Prefeitura de Batalha, onde recebiam entre R$ 12 mil e R$ 17 mil por mês.
No entanto, essas pessoas ficavam apenas com um pequeno valor, R$ 300, enquanto os responsáveis pelo esquema, com ajuda de um servidor público do banco, asseguravam o montante
Ainda no vídeo, ele disse que Neguinho Boaideiro foi morto por adversários políticos porque estava levantando informações sobre esse esquema fraudulento.
No vídeo, ele disse ainda que o também vereador Tony Pretinho (PR) foi morto (um mês depois de Neguinho Boiadeiro) porque tinha conhecimento do esquema de corrupção.
Contudo, segundo as investigações, Baixinho Boiadeiro foi o responsável pela morte de Tony Pretinho, por acreditar que ele tinha envolvimento no assassinato do pai. A polícia diz que ele teve apoio de dois homens, um deles foi preso em Santa Catarina no último dia 14. Baixinho e o outro suspeito são considerados foragidos.
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