Munição utilizada na morte de Neguinho Boiadeiro pertence a Exército do Rio
O delegado Cícero Lima, responsável pelo inquérito que apura mote do vereador Neguinho Boiadeiro, confirmou que a munição utilizada para executar o vereador no dia 09 de novembro de 2017 pertenciam ao Exército do Rio de Janeiro.
Segundo ele, assim que aconteceu o crime o material foi enviado à perícia e, após análise junto à Companhia Brasileira e Cartuchos (CBC) foi confirmado, através da numeração, que os projetis haviam sido entregue à entidade.
Ainda de acordo com o delegado, até o momento o Exército não enviou documento algum que comprove o desvio da munição: “Estamos baseando a nossa conclusão nas afirmações da CBC”, ressaltou Cícero Lima.
O crime
Adelmo Rodrigues de Melo, Neguinho Boiadeiro, foi executado no dia 09 de novembro de 2017, em frente à Câmara de Vereadores de Batalha. Sandro Pinto (PMN), seu colega na Câmara, foi preso por participação na morte.
O crime desencadeou uma onda de violência na política local, que culminou na morte do vereador Tony Carlos Silva de Medeiros, conhecido como Tony Pretinho, em dezembro.
Segundo investigações policiais, ele teria sido morto a tiros pelo filho de Neguinho Boiadeiro, José Márcio Cavalcante, o Baixinho Boiadeiro, que acusava o parlamentar de ter envolvimento na morte do pai.
José Márcio já havia se envolvido em um atentado contra outro político da cidade.
Segundo ele, assim que aconteceu o crime o material foi enviado à perícia e, após análise junto à Companhia Brasileira e Cartuchos (CBC) foi confirmado, através da numeração, que os projetis haviam sido entregue à entidade.
Ainda de acordo com o delegado, até o momento o Exército não enviou documento algum que comprove o desvio da munição: “Estamos baseando a nossa conclusão nas afirmações da CBC”, ressaltou Cícero Lima.
O crime
Adelmo Rodrigues de Melo, Neguinho Boiadeiro, foi executado no dia 09 de novembro de 2017, em frente à Câmara de Vereadores de Batalha. Sandro Pinto (PMN), seu colega na Câmara, foi preso por participação na morte.
O crime desencadeou uma onda de violência na política local, que culminou na morte do vereador Tony Carlos Silva de Medeiros, conhecido como Tony Pretinho, em dezembro.
Segundo investigações policiais, ele teria sido morto a tiros pelo filho de Neguinho Boiadeiro, José Márcio Cavalcante, o Baixinho Boiadeiro, que acusava o parlamentar de ter envolvimento na morte do pai.
José Márcio já havia se envolvido em um atentado contra outro político da cidade.
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