Febre amarela: Ministério da Saúde passa a recomendar vacina para todo Brasil
O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (20) que a vacina da febre amarela passa a ser recomendada para todo o Brasil. A medida foi tomada após o segundo ano de alta no número de casos da doença e com a maior proximidade do vírus nas zonas urbanas.
A ampliação irá ocorrer de forma gradual até abril de 2019, de acordo com cronograma previsto pelo governo. São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia manterão a campanha com base nas doses fracionadas. Até agora, alguns estados do Nordeste e parte do Sul e Sudeste não faziam parte das áreas de recomendação.
Para atender à demanda, o ministério fechou uma parceria entre o Instituto Bio-Manguinhos/Fiocruz e o Laboratório Libbs Farmacêutica, em São Paulo. A expectativa é que o laboratório passe a fornecer as vacinas a partir do segundo semestre deste ano.
De qualquer forma, o ministério informa que serão produzidas 49 milhões de doses da vacina até o fim de 2018. A capacidade de produção do Bio-Manguinhos não será ampliada.
"Temos vacina suficiente para oferecer cobertura para o país inteiro", garantiu o ministro Ricardo Barros.
Casos da doença
O governo disse que irá atualizar os casos confirmados e as mortes devido à doença nesta quarta-feira (21). O último boletim epidemiológico, divulgado no dia 14 de março, informou que já morreram 300 pessoas devido à infecção no Brasil desde julho do ano passado.
Desde o início da contabilização desses dados, foram recebidas 3.483 suspeitas da doença, sendo que 920 casos foram confirmados. Outros 769 permanecem em investigação.
Minas Gerais continua o estado mais afetado pela doença, com 415 casos e 130 mortes. São Paulo ocupa o segundo lugar, com 376 pessoas afetadas e 120 óbitos.
A ampliação irá ocorrer de forma gradual até abril de 2019, de acordo com cronograma previsto pelo governo. São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia manterão a campanha com base nas doses fracionadas. Até agora, alguns estados do Nordeste e parte do Sul e Sudeste não faziam parte das áreas de recomendação.
Para atender à demanda, o ministério fechou uma parceria entre o Instituto Bio-Manguinhos/Fiocruz e o Laboratório Libbs Farmacêutica, em São Paulo. A expectativa é que o laboratório passe a fornecer as vacinas a partir do segundo semestre deste ano.
De qualquer forma, o ministério informa que serão produzidas 49 milhões de doses da vacina até o fim de 2018. A capacidade de produção do Bio-Manguinhos não será ampliada.
"Temos vacina suficiente para oferecer cobertura para o país inteiro", garantiu o ministro Ricardo Barros.
Casos da doença
O governo disse que irá atualizar os casos confirmados e as mortes devido à doença nesta quarta-feira (21). O último boletim epidemiológico, divulgado no dia 14 de março, informou que já morreram 300 pessoas devido à infecção no Brasil desde julho do ano passado.
Desde o início da contabilização desses dados, foram recebidas 3.483 suspeitas da doença, sendo que 920 casos foram confirmados. Outros 769 permanecem em investigação.
Minas Gerais continua o estado mais afetado pela doença, com 415 casos e 130 mortes. São Paulo ocupa o segundo lugar, com 376 pessoas afetadas e 120 óbitos.
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