Reitoria e Polícia Militar discutem ações para melhorar a segurança na Ufal
A Reitoria da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), o Comando de Policiamento da Capital (CPC) e o secretário de Segurança Pública (SSP) se reúnem, no fim da manhã desta segunda-feira (19), para definir estratégias de segurança a serem implantadas no campus A.C. Simões, que têm enfrentado série de assaltos.
O CPC tem as imagens do último episódio criminoso, ocorrido no dia 15 deste mês, quando houve até registro de tiro no campus. Por meio do vídeo, tenta identificar o suspeito.
Segundo o comandante CPC, tenente coronel Neyvaldo Amorim, as imagens da câmera de segurança ainda não podem ser divulgadas para que as investigações não sejam atrapalhadas.
Com a possibilidade de permanência de rondas da Polícia Militar na universidade federal, parte dos estudantes já se posicionou contra por temer ações truculentas.
Foram registrados sete assaltos na universidade nos últimos 30 dias. Como medida emergencial, ainda na semana passada, a Ufal, em parceria com a prefeitura de Maceió, determinou que fossem feitos serviços de capinagem, poda e iluminação no campus.
Em reunião com a imprensa na última sexta-feira, o vice-reitor da Ufal, José Vieira, atribuiu as dificuldades no setor de segurança, e em outras situações, à diminuição do repasse de verbas à instituição, pelo Ministério da Educação.
Segundo ele, em 2014, a universidade recebia R$ 70 milhões, mas, este ano, o repasse é de apenas R$ 6 milhões, o que resultou na diminuição no quadro funcional, inclusive da segurança.
O CPC tem as imagens do último episódio criminoso, ocorrido no dia 15 deste mês, quando houve até registro de tiro no campus. Por meio do vídeo, tenta identificar o suspeito.
Segundo o comandante CPC, tenente coronel Neyvaldo Amorim, as imagens da câmera de segurança ainda não podem ser divulgadas para que as investigações não sejam atrapalhadas.
Com a possibilidade de permanência de rondas da Polícia Militar na universidade federal, parte dos estudantes já se posicionou contra por temer ações truculentas.
Foram registrados sete assaltos na universidade nos últimos 30 dias. Como medida emergencial, ainda na semana passada, a Ufal, em parceria com a prefeitura de Maceió, determinou que fossem feitos serviços de capinagem, poda e iluminação no campus.
Em reunião com a imprensa na última sexta-feira, o vice-reitor da Ufal, José Vieira, atribuiu as dificuldades no setor de segurança, e em outras situações, à diminuição do repasse de verbas à instituição, pelo Ministério da Educação.
Segundo ele, em 2014, a universidade recebia R$ 70 milhões, mas, este ano, o repasse é de apenas R$ 6 milhões, o que resultou na diminuição no quadro funcional, inclusive da segurança.
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