Acusada de matar dois filhos para se vingar do marido vai a júri popular, nesta segunda
O julgamento da mulher acusada de matar dois dos três filhos para se vingar do marido está marcado para esta segunda-feira (19), em Maceió. Arlene Régis dos Santos vai a júri popular no Fórum da Capital, no Barro Duro, e será conduzida pelo juiz John Silas da Silva.
A ré seria seria levada a júri popular na quinta-feira (15), mas o advogado dela não poderia comparecer e, por isso, a data foi remarcada.
Arlene está internada provisoriamente em um centro psiquiátrico.
O Ministério Público aponta que Arlene deu Rivotril para os três filhos um dia antes de cometer os crimes, o que ocorreu em 29 de sembro de 2009.
No dia do crime, ela estrangulou Antony Pedro Santos Nobre, de 7 anos, e esfaqueou Abelardo Pedro Neto, de 12.
Segundo o MP, Arlene ainda começou a estrangular o terceiro filho, na época com 15 anos, mas desistiu. Por este ato ela já foi absolvida.
De acordo com o MP, após o crime foi encontrada uma carta dela para o marido, que tinha terminado o relacionamento. No documento, ela confessa os homicídios e o motivo de cometê-los.
Um laudo psiquiátrico foi apresentado pela defesa de Arlene, que afirma que ela tem transtorno emocional instável de personalidade, o Borderline.
Com isso, a defesa alegou que os homicídios não poderiam ser atribuídos à ela, devido a sua enfermidade, o que torna Arlene inimputável.
Mas o argumento não foi aceito pelo juiz Maurício Brêda, que considerou que mesmo com a doença, a acusada tem capacidade de entender o crime.
A ré seria seria levada a júri popular na quinta-feira (15), mas o advogado dela não poderia comparecer e, por isso, a data foi remarcada.
Arlene está internada provisoriamente em um centro psiquiátrico.
O Ministério Público aponta que Arlene deu Rivotril para os três filhos um dia antes de cometer os crimes, o que ocorreu em 29 de sembro de 2009.
No dia do crime, ela estrangulou Antony Pedro Santos Nobre, de 7 anos, e esfaqueou Abelardo Pedro Neto, de 12.
Segundo o MP, Arlene ainda começou a estrangular o terceiro filho, na época com 15 anos, mas desistiu. Por este ato ela já foi absolvida.
De acordo com o MP, após o crime foi encontrada uma carta dela para o marido, que tinha terminado o relacionamento. No documento, ela confessa os homicídios e o motivo de cometê-los.
Um laudo psiquiátrico foi apresentado pela defesa de Arlene, que afirma que ela tem transtorno emocional instável de personalidade, o Borderline.
Com isso, a defesa alegou que os homicídios não poderiam ser atribuídos à ela, devido a sua enfermidade, o que torna Arlene inimputável.
Mas o argumento não foi aceito pelo juiz Maurício Brêda, que considerou que mesmo com a doença, a acusada tem capacidade de entender o crime.
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