Bebê tem cabeça arrancada durante parto em hospital de Minas Gerais
Pela segunda vez em menos de quatro meses, um bebê teve a cabeça arrancada durante o parto na Santa Casa de Misericórdia de Araguari (MG). Grávida de seis meses, Mariana Pereira de Araújo, 24 anos, começou a sentir fortes dores na madrugada desta segunda-feira (12/3). O marido dela, Elder Jonatas Santos Silva, 23, ligou para a médica particular e correu para fazer uma ultrassonografia.
No hospital, a profissional de saúde realizou o exame e mostrou que a criança estava em posição pélvica (sentada). A especialista, então, disse que seria preciso realizar o parto, mas não havia leito de UTI infantil no estabelecimento particular. Desse modo, ela encaminhou a jovem para a Santa Casa de Misericórdia da cidade.
“O médico viu o exame e disse que não faria a cesárea. Não me deu muitas explicações, e começaram a aplicar injeções para induzir contrações. Eu acompanhei tudo. Ele pegou pelos pés e, quando puxou, a cabeça da minha filha ficou dentro”, contou o pai, ainda muito abalado, ao Metrópoles.
O atestado de óbito, no entanto, afirma que a menina estava morta antes de nascer. “Isso é mentira, foi só para defender o médico que errou. Antes do parto, minha filha estava se mexendo, tudo era normal. Vi o corpinho dela, menos a cabeça. Se fosse cesárea, ela estaria viva”, afirmou Jonatas.
“Tudo estava pronto para a chegada dela. O quartinho todo montado. Estávamos muito felizes. Agora, eu quero justiça”, diz o pai. Procurada pela reportagem, a Santa Casa de Misericórdia da cidade afirmou que não vai comentar o caso. A Prefeitura de Araguari não atendeu aos telefonemas. O corpo da bebê será enterrado nesta segunda-feira.
No hospital, a profissional de saúde realizou o exame e mostrou que a criança estava em posição pélvica (sentada). A especialista, então, disse que seria preciso realizar o parto, mas não havia leito de UTI infantil no estabelecimento particular. Desse modo, ela encaminhou a jovem para a Santa Casa de Misericórdia da cidade.
“O médico viu o exame e disse que não faria a cesárea. Não me deu muitas explicações, e começaram a aplicar injeções para induzir contrações. Eu acompanhei tudo. Ele pegou pelos pés e, quando puxou, a cabeça da minha filha ficou dentro”, contou o pai, ainda muito abalado, ao Metrópoles.
O atestado de óbito, no entanto, afirma que a menina estava morta antes de nascer. “Isso é mentira, foi só para defender o médico que errou. Antes do parto, minha filha estava se mexendo, tudo era normal. Vi o corpinho dela, menos a cabeça. Se fosse cesárea, ela estaria viva”, afirmou Jonatas.
“Tudo estava pronto para a chegada dela. O quartinho todo montado. Estávamos muito felizes. Agora, eu quero justiça”, diz o pai. Procurada pela reportagem, a Santa Casa de Misericórdia da cidade afirmou que não vai comentar o caso. A Prefeitura de Araguari não atendeu aos telefonemas. O corpo da bebê será enterrado nesta segunda-feira.
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