Vítimas de homicídio em Teotônio Vilela tinham relação com tráfico e morte de italiano
As três pessoas que foram assassinadas na manhã desta terça-feira (13) em Teotônio Vilela, no Agreste de Alagoas, identificadas como Sirlene da Silva, de 48 anos, Almir Terto da Silva, 30 anos, marido de Sirlene, e Weverton Silva de Assis, de 21 anos, possuíam envolvimento em crimes. Os três tinham histórico de prisões por tráfico de drogas, e Sirlene foi julgada em 2013 pelo homicídio do italiano Nicholas Pignataro.
Ela foi apontada como autora confessa do assassinato de Nicholas, em maio de 2008 na Barra de São Miguel, no Litoral Sul de Alagoas. Sirlene foi presa com a irmã, Sirleide da Silva, conhecida como “Negona”, e alegou que o motivo do crime teria sido um roubo praticado pelo italiano, na companhia de um vendedor ambulante, identificado como Edson Conceição, conhecido como “Pixote”.
Os autores alegaram na época da investigação que as vítimas teriam roubado uma quantia em dinheiro e uma quantidade de crack.
Nesse crime, além de Sirlene e Sirleide, outras cinco pessoas foram acusadas de participação, são eles: José Flávio Nunes dos Santos, Alexandre Nunes Ferreira, Ednelson Nunes da Rocha, Antônio Nunes da Rocha e Edtelmo Nunes.
O crime foi julgado em 2013. Sirlene foi absolvida das acusações de homicídios, mas foi condenada a 2 anos de reclusão por formação de quadrilha e tráfico de drogas. Já Sirleide e Ednelson foram absolvidos por falta de provas. Antônio Nunes foi condenado a 54 anos e 6 meses; Edtelmo pegou 47 anos de prisão e José Flávio, 41 anos. Alexandre Nunes não foi julgado junto com os demais após conseguir recurso favorável no Tribunal de Justiça.
Já em 2015, Sirlene voltou a ser presa, desta vez com o marido, Almir Terto da Silva, a filha, Bianca da Silva Lacerda, de 24 anos, e um homem e um adolescente de 17 anos. Eles eram suspeitos de tráfico de drogas na cidade de Jequiá da Praia, no litoral Sul do Estado.
Na oportunidade Almir foi apontado como líder de um grupo de traficantes que atuava na região. Na operação, a polícia divulgou que 670 gramas de maconha e mais 65 bombinhas da mesma droga, 30 pedras de crack, três munições de calibre 38 e R$ 618 em espécie foram apreendidos.
Ela foi apontada como autora confessa do assassinato de Nicholas, em maio de 2008 na Barra de São Miguel, no Litoral Sul de Alagoas. Sirlene foi presa com a irmã, Sirleide da Silva, conhecida como “Negona”, e alegou que o motivo do crime teria sido um roubo praticado pelo italiano, na companhia de um vendedor ambulante, identificado como Edson Conceição, conhecido como “Pixote”.
Os autores alegaram na época da investigação que as vítimas teriam roubado uma quantia em dinheiro e uma quantidade de crack.
Nesse crime, além de Sirlene e Sirleide, outras cinco pessoas foram acusadas de participação, são eles: José Flávio Nunes dos Santos, Alexandre Nunes Ferreira, Ednelson Nunes da Rocha, Antônio Nunes da Rocha e Edtelmo Nunes.
O crime foi julgado em 2013. Sirlene foi absolvida das acusações de homicídios, mas foi condenada a 2 anos de reclusão por formação de quadrilha e tráfico de drogas. Já Sirleide e Ednelson foram absolvidos por falta de provas. Antônio Nunes foi condenado a 54 anos e 6 meses; Edtelmo pegou 47 anos de prisão e José Flávio, 41 anos. Alexandre Nunes não foi julgado junto com os demais após conseguir recurso favorável no Tribunal de Justiça.
Já em 2015, Sirlene voltou a ser presa, desta vez com o marido, Almir Terto da Silva, a filha, Bianca da Silva Lacerda, de 24 anos, e um homem e um adolescente de 17 anos. Eles eram suspeitos de tráfico de drogas na cidade de Jequiá da Praia, no litoral Sul do Estado.
Na oportunidade Almir foi apontado como líder de um grupo de traficantes que atuava na região. Na operação, a polícia divulgou que 670 gramas de maconha e mais 65 bombinhas da mesma droga, 30 pedras de crack, três munições de calibre 38 e R$ 618 em espécie foram apreendidos.
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