Delegado especial investigará sumiço de jovem após suposta abordagem do BPTran
A Polícia Civil designou o delegado Guilherme Iusten, da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), para apurar o desaparecimento de Humberto Thiago de Araújo Neto, 23 anos, sumido desde o dia 1º de fevereiro após uma suposta abordagem do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran).
A publicação está na edição desta segunda-feira (12) do Diário Oficial do Estado e estabelece o prazo de cinco dias para que o delegado informe o número do procedimento instaurado.
De acordo com a família, Humberto Tiago foi levado do Trapiche da Barra, em Maceió. Além dele, outra pessoa - que não teve o nome divulgado à época - também teria sido levada durante a obardagem e aparecido três dias depois.
Uma sobrinha de Humberto Thiago diz que essa pessoa ligou para a mulher do jovem para contar o ocorrido. Segundo ele, os dois foram levados para o Pontal da Barra e sido torturados, inclusive com choques elétricos.
"Passou um Gol prata com quatro homens encapuzados, dizendo que eram policiais, e pegaram ele e outro menino. Com alguns minutos, chegou o BPTran para dar apoio. [Os policiais] colocaram o menino no carro e eles foram levados", relatou uma sobrinha de Humberto Thiago à época.
Também à época, a assessoria de comunicação da Polícia Militar informou que o comandante do BPTran, major Felipe Lins, se reuniu com a família para ouvir os fatos. A abordagem, porém, não aparece nos relatórios do batalhão e não foi confirmada pelas guarnições.
A publicação está na edição desta segunda-feira (12) do Diário Oficial do Estado e estabelece o prazo de cinco dias para que o delegado informe o número do procedimento instaurado.
De acordo com a família, Humberto Tiago foi levado do Trapiche da Barra, em Maceió. Além dele, outra pessoa - que não teve o nome divulgado à época - também teria sido levada durante a obardagem e aparecido três dias depois.
Uma sobrinha de Humberto Thiago diz que essa pessoa ligou para a mulher do jovem para contar o ocorrido. Segundo ele, os dois foram levados para o Pontal da Barra e sido torturados, inclusive com choques elétricos.
"Passou um Gol prata com quatro homens encapuzados, dizendo que eram policiais, e pegaram ele e outro menino. Com alguns minutos, chegou o BPTran para dar apoio. [Os policiais] colocaram o menino no carro e eles foram levados", relatou uma sobrinha de Humberto Thiago à época.
Também à época, a assessoria de comunicação da Polícia Militar informou que o comandante do BPTran, major Felipe Lins, se reuniu com a família para ouvir os fatos. A abordagem, porém, não aparece nos relatórios do batalhão e não foi confirmada pelas guarnições.
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