Só um de 126 assassinatos de mulheres foi julgado em seis meses
Um levantamento realizado pelo G1 verificou que 126 mulheres foram mortas de forma violenta no Brasil de 21 a 27 de agosto do ano passado. Nestes seis meses, apenas um dos casos foi julgado.
Segundo uma matéria publicada pelo site nesta quinta-feira (8), apenas um quarto (32) dos casos de mulheres mortes no período analisado viraram processos na Justiça, com os acusados respondendo pelo crime. E quase a metade (54) ainda está com a investigação em andamento.
O portal realizou a pesquisa em parceria com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O projeto chamado Monitor de Violência aponta o registro de casos de homicídio, latrocínio, feminicídio, morte por intervenção policial e suicídio ocorridos de 21 a 27 de agosto no Brasil. Ao todo, foram contabilizadas 1.195 vítimas, sendo que 1.069 são homens.
O único caso julgado é o da adolescente Tamires Paula de Almeida, de 14 anos. Ela foi morta a facadas por um colega de escola de 13 anos, em 23 de agosto de 2017. Eles também moravam no mesmo prédio, em Goiânia.
O jovem foi julgado como menor infrator em 21 de setembro no ano passado e vai cumprir medidas socioeducativas equivalentes a 3 anos de internação, o prazo máximo.
Segundo uma matéria publicada pelo site nesta quinta-feira (8), apenas um quarto (32) dos casos de mulheres mortes no período analisado viraram processos na Justiça, com os acusados respondendo pelo crime. E quase a metade (54) ainda está com a investigação em andamento.
O portal realizou a pesquisa em parceria com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O projeto chamado Monitor de Violência aponta o registro de casos de homicídio, latrocínio, feminicídio, morte por intervenção policial e suicídio ocorridos de 21 a 27 de agosto no Brasil. Ao todo, foram contabilizadas 1.195 vítimas, sendo que 1.069 são homens.
O único caso julgado é o da adolescente Tamires Paula de Almeida, de 14 anos. Ela foi morta a facadas por um colega de escola de 13 anos, em 23 de agosto de 2017. Eles também moravam no mesmo prédio, em Goiânia.
O jovem foi julgado como menor infrator em 21 de setembro no ano passado e vai cumprir medidas socioeducativas equivalentes a 3 anos de internação, o prazo máximo.
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