Operação conjunta deixa um morto, duas presas e apreende 9 kg de cocaína

Por Gazeta web 27/02/2018 18h06 - Atualizado em 27/02/2018 21h09
Por Gazeta web 27/02/2018 18h06 Atualizado em 27/02/2018 21h09
Operação conjunta deixa um morto, duas presas e apreende 9 kg de cocaína
Foto: RICARDO LÊDO
ma operação conjunta deflagrada nesta terça-feira (27) entre as Polícias Civil e Militar de Alagoas resultou na apreensão de 9 kg de cocaína e na morte de Flávio Santos da Silva, de 35 anos, líder da quadrilha que atuava na capital alagoana. Ele teria reagido ao cumprimento mandado de prisão que as equipes executaram na residência dele, localizada no Benedito Bentes, na parte alta de Maceió. Além do morto, duas mulheres que são suspeitas de integrar o grupo criminoso foram presas durante a ação policial.

De acordo com a polícia, as suspeitas presas são Íris Priscila de Lima Leite, de 27 anos, esposa de Flávio e apontada como gerente financeira da quadrilha, e Iasmin Macário dos Santos, de 20 anos, líder feminina de uma facção criminosa que nasceu no estado de São Paulo. Na ação contra Flávio, foi apreendido um revólver e um veículo H20. O carro estava plotado com adesivo de uma empresa de refrigeração. A investigação aponta que o traficante utilizava o veículo com a marca para não levantar suspeitas da polícia.

"Essa investigação mostra que estamos trabalhando para combater o crime em Alagoas", frisou Lima Júnior, secretário de Estado da Segurança Pública.

As investigações concluíram que a droga apreendida veio do estado de Pernambuco e está avaliada em cerca de R$ 200 mil. No momento da execução do mandado, o suspeito utilizava um documento falso em nome de Welinton Cipriano da Silva. Flávio Santos fugiu do Sistema Prisional de Alagoas após progredir de regime, passando para o semiaberto. Monitorando eletronicamente, ele rompeu a tornozeleira e nunca mais foi visto pelas equipes responsáveis pela captura de foragidos. Ele tinha uma extensa ficha de crimes, conforme levantamento da Polícia Civil.

"Essa é uma droga que representa um alto valor e as diligências mostram que ela era distribuída em bairros nobres da Maceió e, após isso, revendida em baladas. Foi um duro golpe no tráfico de drogas. A investigação não para por aqui e nós continuamos investigando esse fato", revela Gustavo Henrique, delegado da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (DRN).