Representantes das associações militares reclamam de falta de política salarial para categoria
Em reunião com o secretário de Planejamento Gestão e Patrimônio Fabrício Marques Santos, na tarde desta segunda-feira (26), as associações militares afirmam sair decepcionadas com o governo. De acordo com as entidades, após dois anos de negociação, não se tem uma política de valorização salarial para os militares em Alagoas.
Sempre com desculpas evasivas e total falta de interesse, o governo vem tratando a questão com menos importância, inclusive, dentro da pasta da segurança pública, onde o mesmo concedeu aumento aos agentes da Polícia Civil, deixando os militares estaduais fora das negociações.
Segundo o Secretário Fabrício, o Estado até 2019 não tem margem para negociação e, para isso, dependerá do aumento da arrecadação, mas continuou afirmando que “o governo Renan Filho tem muito apreço pelos militares”. Está afirmação foi rebatida pelos representantes militares, alegando que no governo Renan Filho só tiveram aumento de trabalho. Fazendo com que o militar, pra manter suas contas em dia tem que se submeter a uma jornada de 6h ou 8h de serviço voluntário e sacrificar sua folga com a família.
É lamentável e, infelizmente, não há reconhecimento do governo para com o serviço prestado pelo Militar.
Segundo o presidente da Assomal, Coronel J. Cláudio, existe um impasse. “Tapinha nas costas, boa conversa na mídia e engodo não enche mais barriga de ninguém. Ou mostramos a nossa insatisfação de carregar o peso da Segurança Pública sem ser reconhecido ou preparem-se para comer capim”, disse.
Sempre com desculpas evasivas e total falta de interesse, o governo vem tratando a questão com menos importância, inclusive, dentro da pasta da segurança pública, onde o mesmo concedeu aumento aos agentes da Polícia Civil, deixando os militares estaduais fora das negociações.
Segundo o Secretário Fabrício, o Estado até 2019 não tem margem para negociação e, para isso, dependerá do aumento da arrecadação, mas continuou afirmando que “o governo Renan Filho tem muito apreço pelos militares”. Está afirmação foi rebatida pelos representantes militares, alegando que no governo Renan Filho só tiveram aumento de trabalho. Fazendo com que o militar, pra manter suas contas em dia tem que se submeter a uma jornada de 6h ou 8h de serviço voluntário e sacrificar sua folga com a família.
É lamentável e, infelizmente, não há reconhecimento do governo para com o serviço prestado pelo Militar.
Segundo o presidente da Assomal, Coronel J. Cláudio, existe um impasse. “Tapinha nas costas, boa conversa na mídia e engodo não enche mais barriga de ninguém. Ou mostramos a nossa insatisfação de carregar o peso da Segurança Pública sem ser reconhecido ou preparem-se para comer capim”, disse.
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