Polícia Civil realiza diligências em busca dos suspeitos de ataques com agulhas em Arapiraca
O delegado regional de Arapiraca, Thiago Prado, informou, nesta quinta-feira (22), que um inquérito foi instaurado com o objetivo de apurar ataques com agulhas no município e capturar os suspeitos. O caso ganhou repercussão na imprensa, nesta semana, quando o Hospital de Emergência do Agreste (HEA) Doutor Daniel Houly recebeu vítimas dos ataques.
O delegado comentou que nenhuma vítima, entretanto, procurou a polícia para confeccionar o Boletim de Ocorrência (BO). Mesmo assim, uma equipe da delegacia se deslocou até o hospital, onde verificou os atendimentos e pediu mais detalhes à equipe plantonista e que está investigando o fato para responsabilizar os culpados.
"Até agora a tarde não houve nenhuma registro de Boletim de Ocorrência na regional de Arapiraca. As informações que recebemos são de duas pessoas que foram até o Hospital de Emergência do Agreste registrando queixa que tinham sido espetadas por seringas. Entretanto, a Polícia Civil descarta nesse momento a existência de algum maníaco que queira contaminar as pessoas. A princípio tivemos contato com apenas uma vítima e ela mencionou que teria sido espetada por outra criança ou adolescente e isso ficou meio na dúvida, pois ela não soube esclarecer, mas com certeza deve ser alguém querendo repercutir. É claro que a Polícia Civil está atenta e investigando o caso para identificar o mais rápido possível os autores desse fato", declarou o delegado.
O delegado comentou que nenhuma vítima, entretanto, procurou a polícia para confeccionar o Boletim de Ocorrência (BO). Mesmo assim, uma equipe da delegacia se deslocou até o hospital, onde verificou os atendimentos e pediu mais detalhes à equipe plantonista e que está investigando o fato para responsabilizar os culpados.
"Até agora a tarde não houve nenhuma registro de Boletim de Ocorrência na regional de Arapiraca. As informações que recebemos são de duas pessoas que foram até o Hospital de Emergência do Agreste registrando queixa que tinham sido espetadas por seringas. Entretanto, a Polícia Civil descarta nesse momento a existência de algum maníaco que queira contaminar as pessoas. A princípio tivemos contato com apenas uma vítima e ela mencionou que teria sido espetada por outra criança ou adolescente e isso ficou meio na dúvida, pois ela não soube esclarecer, mas com certeza deve ser alguém querendo repercutir. É claro que a Polícia Civil está atenta e investigando o caso para identificar o mais rápido possível os autores desse fato", declarou o delegado.
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