MPT/AL lança campanha contra assédio sexual no ambiente do trabalho
O Ministério Público do Trabalho em Alagoas (MPT/AL) iniciou, nesta quarta-feira (21), uma campanha nas redes sociais de combate ao assédio sexual no ambiente de trabalho. A iniciativa tem como objetivo mostrar à população como a prática ocorre no mundo profissional e quais órgãos competentes a vítima pode procurar para denunciar, reforçando sempre a importância de se guardar provas relacionadas à conduta abusiva.
A partir de ilustrações e animações, o MPT/AL mostrará, por exemplo, que o assédio sexual pode se manifestar em palavras, gestos ou outros meios propostos e impostos a pessoas contra a sua vontade. A prática causa constrangimento e viola a liberdade sexual da vítima, desrespeitando a dignidade da pessoa humana e os direitos fundamentais, tais como liberdade, intimidade, vida privada, honra, igualdade de tratamento, valor social do trabalho e direito ao meio ambiente profissional sadio e seguro.
"Queremos abordar os tipos de assédio sexual, quem pode se caracterizar como assediador e assediado, além da interpretação extensiva do termo meio ambiente de trabalho. Vamos mostrar também como o empregador, a vítima e testemunhas devem agir diante da conduta abusiva, no sentido de prevenir, reprimir e denunciar. Iremos lembrar, ainda, que o assédio sexual no trabalho é crime com pena prevista de detenção de um a dois anos", afirmou o procurador-chefe do MPT/AL, Rafael Gazzaneo.
A campanha tem como base a cartilha elaborada pelo Ministério Público do Trabalho e a Organização Internacional do Trabalho, por meio do seu escritório no Brasil.
Guarde provas
Outro aspecto destacado pelo MPT/AL refere-se à denúncia da violência. Embora a conduta abusiva seja comum, o Ministério Público do Trabalho em Alagoas recebeu, nos últimos oito anos, apenas 20 denúncias de casos de assédio sexual no ambiente de trabalho envolvendo empresas privadas e órgãos estatais situados nos municípios de Maceió, Arapiraca e Coruripe.
"No Ministério Público do Trabalho, a denúncia pode ser feita de forma anônima, sem a necessidade de identificação. Então, qualquer pessoa pode procurar o site, telefone, redes sociais e até mesmo o aplicativo do Ministério Público do Trabalho [MPT Pardal]. Caso se sinta mais à vontade, o denunciante também pode nos procurar pessoalmente e relatar o caso com o máximo de detalhes possível", explica Rafael Gazzaneo, que reforça a importância de se reunir provas.
"Hoje, a tecnologia facilitou este trabalho. Tornou-se mais simples gravar ou filmar uma conversa. Já atuei em alguns inquéritos civis no qual o material que nos foi oferecido era gravado. Dessa forma, o empregador não teve como negar as circunstâncias em que ocorreu o chamado assédio", emendou.
Além do MPT, a vítima pode denunciar o assédio sexual a ouvidorias internas, sindicatos, associações, Ministério do Trabalho e Delegacia da Mulher, caso a vítima seja mulher.
A partir de ilustrações e animações, o MPT/AL mostrará, por exemplo, que o assédio sexual pode se manifestar em palavras, gestos ou outros meios propostos e impostos a pessoas contra a sua vontade. A prática causa constrangimento e viola a liberdade sexual da vítima, desrespeitando a dignidade da pessoa humana e os direitos fundamentais, tais como liberdade, intimidade, vida privada, honra, igualdade de tratamento, valor social do trabalho e direito ao meio ambiente profissional sadio e seguro.
"Queremos abordar os tipos de assédio sexual, quem pode se caracterizar como assediador e assediado, além da interpretação extensiva do termo meio ambiente de trabalho. Vamos mostrar também como o empregador, a vítima e testemunhas devem agir diante da conduta abusiva, no sentido de prevenir, reprimir e denunciar. Iremos lembrar, ainda, que o assédio sexual no trabalho é crime com pena prevista de detenção de um a dois anos", afirmou o procurador-chefe do MPT/AL, Rafael Gazzaneo.
A campanha tem como base a cartilha elaborada pelo Ministério Público do Trabalho e a Organização Internacional do Trabalho, por meio do seu escritório no Brasil.
Guarde provas
Outro aspecto destacado pelo MPT/AL refere-se à denúncia da violência. Embora a conduta abusiva seja comum, o Ministério Público do Trabalho em Alagoas recebeu, nos últimos oito anos, apenas 20 denúncias de casos de assédio sexual no ambiente de trabalho envolvendo empresas privadas e órgãos estatais situados nos municípios de Maceió, Arapiraca e Coruripe.
"No Ministério Público do Trabalho, a denúncia pode ser feita de forma anônima, sem a necessidade de identificação. Então, qualquer pessoa pode procurar o site, telefone, redes sociais e até mesmo o aplicativo do Ministério Público do Trabalho [MPT Pardal]. Caso se sinta mais à vontade, o denunciante também pode nos procurar pessoalmente e relatar o caso com o máximo de detalhes possível", explica Rafael Gazzaneo, que reforça a importância de se reunir provas.
"Hoje, a tecnologia facilitou este trabalho. Tornou-se mais simples gravar ou filmar uma conversa. Já atuei em alguns inquéritos civis no qual o material que nos foi oferecido era gravado. Dessa forma, o empregador não teve como negar as circunstâncias em que ocorreu o chamado assédio", emendou.
Além do MPT, a vítima pode denunciar o assédio sexual a ouvidorias internas, sindicatos, associações, Ministério do Trabalho e Delegacia da Mulher, caso a vítima seja mulher.
Últimas Notícias
Esporte
Torcedores do ASA protestam com faixas nos portões do Fumeirão, em Arapiraca
Justiça
Mendonça proíbe CPMI do INSS de acessar dados de Vorcaro em sala-cofre
Brasil / Mundo
Casal estava se beijando em moto aquática quando foi atropelado por 'barco pirata' em SC
Brasil / Mundo
Socorrista do Samu morre em acidente de trânsito a caminho de ocorrência
Entretenimento
Record e Disney confirmam Leandro Hassum como apresentador da Casa do Patrão
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Delegado detalha prisão de autor de homicídio no Bosque das Arapiracas
TV JÁ É
Inauguração do Centro de Convenções de Arapiraca
TV JÁ É
Debate sobre o dia 18 de maio em São Sebastião
TV JÁ É

