Comando da PM diz que já tem pistas dos suspeitos de roubar carro oficial da SSP
A Polícia Civil já trabalha com uma linha de investigação para chegar aos suspeitos que roubaram a caminhonete da Secretaria de Segurança Pública (SSP), que estava em uso pelo comandante-geral da Polícia Militar.
Segundo o próprio comandante-geral, coronel Marcos Sampaio, já existe uma linha de investigação e a polícia agora trabalha para identificar os autores do crime. "Estive na delegacia, prestei depoimento, fiz o devido Boletim de Ocorrência e o veículo já se encontra na Delegacia de Roubos e Furtos. A perícia também fez o papel dela para ver se, com as investigações, identificam os suspeitos", afirmou.
Questionado pela reportagem sobre utilizar um veículo de serviço para uso pessoal, o comandante-geral afirmou se sentir triste com os questionamentos, já que sua função não se restringe apenas às 8 horas de trabalho em que presta serviço para a segurança do Estado, justificando que o trabalho que oferece à população ultrapassa os limites de horários estabelecidos para ele.
"Quando me chamam final de semana, quando me ligam meia-noite, a uma hora da manhã, eu também atendo o telefone que é do Estado e está à minha disposição. Então, eu teria que desligar o telefone e só estar pronto 8 horas por dia, no Quartel", justificou o comandante, acrescentando que poderia ser acionado no carnaval, por se tratar de um período atípico, e que os devidos esclarecimentos foram dados ao secretário de Segurança Pública.
Segundo o próprio comandante-geral, coronel Marcos Sampaio, já existe uma linha de investigação e a polícia agora trabalha para identificar os autores do crime. "Estive na delegacia, prestei depoimento, fiz o devido Boletim de Ocorrência e o veículo já se encontra na Delegacia de Roubos e Furtos. A perícia também fez o papel dela para ver se, com as investigações, identificam os suspeitos", afirmou.
Questionado pela reportagem sobre utilizar um veículo de serviço para uso pessoal, o comandante-geral afirmou se sentir triste com os questionamentos, já que sua função não se restringe apenas às 8 horas de trabalho em que presta serviço para a segurança do Estado, justificando que o trabalho que oferece à população ultrapassa os limites de horários estabelecidos para ele.
"Quando me chamam final de semana, quando me ligam meia-noite, a uma hora da manhã, eu também atendo o telefone que é do Estado e está à minha disposição. Então, eu teria que desligar o telefone e só estar pronto 8 horas por dia, no Quartel", justificou o comandante, acrescentando que poderia ser acionado no carnaval, por se tratar de um período atípico, e que os devidos esclarecimentos foram dados ao secretário de Segurança Pública.
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