Caso José Walmir: veículo foi vendido por R$ 2 mil, segundo investigação
Em entrevista coletiva concedida na tarde desta terça-feira (06), o secretário adjunto de Segurança Pública, delegado Manoel Acácio revelou que o veículo utilizado por José Walmir, motorista por aplicativo, sequestrado e morto, foi vendido pelo valor de R$ 2 mil, em um esquema de clonagem de veículos.
De acordo com o delegado, foram presos nesta terça (06) Carlos Eduardo Alves da Silva - que teria encomendado o carro -, Djailton da Silva Domingos e José Pedro Tenório Albuquerque - que executaram o crime. Um quarto envolvido, identificado como Colombiano, que é apontado como o autor do disparo conseguiu escapar da ação policial após troca de tiros.
“Djailton, José Pedro e o Colombiano receberam R$ 600 cada. Os outros R$ 200 pagos por Carlos Eduardo foram utilizados para abastecer o veículo. Colocamos todas as forças policiais à procura dos fugitivos e vamos prendê-los o mais rápido possível", disse o secretário.
Ainda de acordo com Acácio, José Walmir agonizou por dois dias, após ser sequestrado, espancado e receber um tiro na testa, até ser encontrado por policiais militares da 5ª Companhia Independente e socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para o Hospital Geral do Estado (HGE). Ele chegou a ser internado na Unidade de Terapia Intensiva, mas não resistiu e veio a falecer na última sexta-feira (2).
De acordo com o delegado, foram presos nesta terça (06) Carlos Eduardo Alves da Silva - que teria encomendado o carro -, Djailton da Silva Domingos e José Pedro Tenório Albuquerque - que executaram o crime. Um quarto envolvido, identificado como Colombiano, que é apontado como o autor do disparo conseguiu escapar da ação policial após troca de tiros.
“Djailton, José Pedro e o Colombiano receberam R$ 600 cada. Os outros R$ 200 pagos por Carlos Eduardo foram utilizados para abastecer o veículo. Colocamos todas as forças policiais à procura dos fugitivos e vamos prendê-los o mais rápido possível", disse o secretário.
Ainda de acordo com Acácio, José Walmir agonizou por dois dias, após ser sequestrado, espancado e receber um tiro na testa, até ser encontrado por policiais militares da 5ª Companhia Independente e socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para o Hospital Geral do Estado (HGE). Ele chegou a ser internado na Unidade de Terapia Intensiva, mas não resistiu e veio a falecer na última sexta-feira (2).
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