Militares estão internados com malária e suspeita de febre amarela em Maceió
Dois militares do Exército Brasileiro que estavam em missão no Amazonas e passaram pelo Rio de Janeiro estão internados em Maceió. Um deles está com suspeita de febre amarela e o outro foi diagnosticado com malária, após exame realizado pelo Laboratório Central de Alagoas (Lacen).
A informação dos casos das doenças transmitidos por mosquitos foi confirmada pela assessoria do Hospital Humanité, onde estão internados os militares. Na nota encaminhada à imprensa, um médico do hospital assegura que não há riscos de contaminação.
O paciente que foi diagnosticado com malária já está sendo tratado com medicamento anti-malário e já teve melhora dos sintomas. O tratamento vai durar 14 dias e a cura só pode ser constatada após 70 dias.
“Queixa de náusea, vômito. Provavelmente é uma gastroenterite, mas como na história dele tinha passado por dois locais de áreas endêmicas, quisemos pecar por excesso e pedimos todos os exames para descartar tudo e dar segurança ao paciente”, explica a diretora médica da unidade Izabella Vergetti.
Já no segundo paciente, com suspeita de febre amarela, o exame para detectar a malária deu negativo. Já o exame que detecta a febre amarela e as outras patologias pesquisadas foi encaminhado pelo Lacen para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
A informação dos casos das doenças transmitidos por mosquitos foi confirmada pela assessoria do Hospital Humanité, onde estão internados os militares. Na nota encaminhada à imprensa, um médico do hospital assegura que não há riscos de contaminação.
O paciente que foi diagnosticado com malária já está sendo tratado com medicamento anti-malário e já teve melhora dos sintomas. O tratamento vai durar 14 dias e a cura só pode ser constatada após 70 dias.
“Queixa de náusea, vômito. Provavelmente é uma gastroenterite, mas como na história dele tinha passado por dois locais de áreas endêmicas, quisemos pecar por excesso e pedimos todos os exames para descartar tudo e dar segurança ao paciente”, explica a diretora médica da unidade Izabella Vergetti.
Já no segundo paciente, com suspeita de febre amarela, o exame para detectar a malária deu negativo. Já o exame que detecta a febre amarela e as outras patologias pesquisadas foi encaminhado pelo Lacen para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
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