Justiça suspende início das matrículas de aprovados no vestibular da Uncisal
A Justiça suspendeu as matrículas para os alunos aprovados no vestibular da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) que estavam previstas para começar na segunda-feira (29).
Depois que o resultado do vestibular foi divulgado, o Instituto AOCP, organizador das provas, constatou erros no sistema do cálculo. Dias depois, a Uncisal divulgou uma lista de aprovados corrigida, que deixava de fora 157 candidatos que apareciam na primeira relação. Só no curso de medicina, houve mudança em 48 dos 50 aprovados.
A decisão liminar (temporária), de autoria do juiz Antônio Emanuel Dória Ferreira, foi tomada durante o plantão judicial neste domingo (28). A instituição tem até 10 dias para prestar esclarecimentos sobre o caso e, até que isso ocorra, as matrículas seguirão suspensas.
A assessoria da Uncisal informou não ter sido notificada oficialmente sobre a decisão, e que só vai se pronunciar quando isso acontecer.
O Mandado de Segurança que pedia a suspensão das matrículas é de autoria do advogado Pedro Acioly. Ele explica que foi procurado por um grupo de 20 alunos retirados da lista de aprovados após a recontagem das notas.
“Eles falaram comigo na sexta (26). Alguns deles tinham direito à bonificação de 5% na nota por estudarem em escola pública mas não receberam nessa nova correção. Teve também um outro caso de uma estudante que teve a redação aprovada na primeira lista, mas na segunda teve a mesma redação anulada. Como a pessoa dá uma nota e depois zera? Existem muitas dúvidas”, explica o advogado.
Além da suspensão, o magistrado também pede explicações sobre a forma como as correções foram realizadas e torna sem efeito resultado do vestibular.
"Concedo a liminar requerida, determinando que seja tornado sem efeito o resultado do Vestibular da Universidade Estadual de Ciências Médicas de Alagoas-UNCISAL, suspendendo as matrículas para os cursos ofertados no certame até a pestação das informações claras por parte da autoridade coatora quanto à divulgação de duas listas de Aprovados", diz trecho da decisão.
O advogado ressalta a necessidade de se esclarecer a forma como aconteceu a retificação. “Estamos cobrando também esclarecimentos sobre o critério de correção, da soma das notas, correção das redações, que é algo subjetivo na primeira e na segunda correção”.
O Ministério Público (MP-AL) foi acionado pelos alunos que se sentiram prejudicados e está investigando o caso.
Depois que o resultado do vestibular foi divulgado, o Instituto AOCP, organizador das provas, constatou erros no sistema do cálculo. Dias depois, a Uncisal divulgou uma lista de aprovados corrigida, que deixava de fora 157 candidatos que apareciam na primeira relação. Só no curso de medicina, houve mudança em 48 dos 50 aprovados.
A decisão liminar (temporária), de autoria do juiz Antônio Emanuel Dória Ferreira, foi tomada durante o plantão judicial neste domingo (28). A instituição tem até 10 dias para prestar esclarecimentos sobre o caso e, até que isso ocorra, as matrículas seguirão suspensas.
A assessoria da Uncisal informou não ter sido notificada oficialmente sobre a decisão, e que só vai se pronunciar quando isso acontecer.
O Mandado de Segurança que pedia a suspensão das matrículas é de autoria do advogado Pedro Acioly. Ele explica que foi procurado por um grupo de 20 alunos retirados da lista de aprovados após a recontagem das notas.
“Eles falaram comigo na sexta (26). Alguns deles tinham direito à bonificação de 5% na nota por estudarem em escola pública mas não receberam nessa nova correção. Teve também um outro caso de uma estudante que teve a redação aprovada na primeira lista, mas na segunda teve a mesma redação anulada. Como a pessoa dá uma nota e depois zera? Existem muitas dúvidas”, explica o advogado.
Além da suspensão, o magistrado também pede explicações sobre a forma como as correções foram realizadas e torna sem efeito resultado do vestibular.
"Concedo a liminar requerida, determinando que seja tornado sem efeito o resultado do Vestibular da Universidade Estadual de Ciências Médicas de Alagoas-UNCISAL, suspendendo as matrículas para os cursos ofertados no certame até a pestação das informações claras por parte da autoridade coatora quanto à divulgação de duas listas de Aprovados", diz trecho da decisão.
O advogado ressalta a necessidade de se esclarecer a forma como aconteceu a retificação. “Estamos cobrando também esclarecimentos sobre o critério de correção, da soma das notas, correção das redações, que é algo subjetivo na primeira e na segunda correção”.
O Ministério Público (MP-AL) foi acionado pelos alunos que se sentiram prejudicados e está investigando o caso.
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