Após decisão judicial, ossada de agropecuarista é liberada
A ação de registro tardio de óbito, necessária para a liberação da ossada para o sepultamento do agropecuarista Cristóvão Rodrigues da Silva, de 61 anos, foi deferida nesta terça-feira (23), pela 7ª Vara Cível da Capital com o parecer do Ministério Público do Estado (MPE).
De acordo com a decisão, as provas utilizadas para demonstrar as alegações foram mais que suficientes para o deferimento."Uma vez que o fato foi amplamente divulgado na imprensa, não havendo dúvidas sobre o óbito de cujus, que foi vítima de homicídio, tudo devidamente comprovado nos autos", explica.
Cristóvão desapareceu no mês de agosto de 2017 e foi encontrado morto no dia 27 de dezembro do mesmo ano, no município de Pilar. A necessidade da liberação se devia a ausência de registro de óbito, já que não foi realizado no prazo estabelecido em lei.
No dia 19 deste mês, o Laboratório de Genética Forense do Instituto de Criminalística de Alagoas concluiu o exame de DNA realizado na ossada humana, concluindo que se tratava do agropecuarista.
O laudo com o resultado positivo foi encaminhado para o delegado Guilherme Iusten, que preside o inquérito policial que investiga a morte da vítima.
Segundo o perito criminal Marek Henryque, para realizar o exame, foram utilizados materiais genéticos dos filhos (gêmeos) da vítima desaparecida e uma amostra de DNA retirada da ossada. Após a análise, o perito chegou à conclusão final da confirmação da identidade da ossada.
De acordo com a decisão, as provas utilizadas para demonstrar as alegações foram mais que suficientes para o deferimento."Uma vez que o fato foi amplamente divulgado na imprensa, não havendo dúvidas sobre o óbito de cujus, que foi vítima de homicídio, tudo devidamente comprovado nos autos", explica.
Cristóvão desapareceu no mês de agosto de 2017 e foi encontrado morto no dia 27 de dezembro do mesmo ano, no município de Pilar. A necessidade da liberação se devia a ausência de registro de óbito, já que não foi realizado no prazo estabelecido em lei.
No dia 19 deste mês, o Laboratório de Genética Forense do Instituto de Criminalística de Alagoas concluiu o exame de DNA realizado na ossada humana, concluindo que se tratava do agropecuarista.
O laudo com o resultado positivo foi encaminhado para o delegado Guilherme Iusten, que preside o inquérito policial que investiga a morte da vítima.
Segundo o perito criminal Marek Henryque, para realizar o exame, foram utilizados materiais genéticos dos filhos (gêmeos) da vítima desaparecida e uma amostra de DNA retirada da ossada. Após a análise, o perito chegou à conclusão final da confirmação da identidade da ossada.
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