Sindicato da Polícia Civil afirma que Delegacia de Palmeira dos Índios está abandonada
Após denúncia, o Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) realizou uma inspeção na Delegacia da Palmeira dos Índios, constatando o total abandono e a insalubridade da delegacia. “Falta estrutura física, as condições de trabalho são precárias, chegando ao absurdo de faltar vassoura para higienização do ambiente, além da superlotação de presos”, desabafa o presidente do Sindpol, Ricardo Nazário.
De quatro banheiros, apenas um está funcionando. A fossa da delegacia, que recebe dejetos de presos e de policiais civis, está entupida e com vazamento de excrementos, provocando fedentina, que afeta não apenas a delegacia, mas toda a vizinhança.
O presidente do Sindpol, Ricardo Nazário, e o diretor de Comunicação, Edeilto Gomes, que realizaram a documentação das condições precárias, também constataram fiação elétrica exposta, que coloca em risco a vida dos policiais civis que trabalham na delegacia. Quem procura a delegacia, reclama das condições precárias. O prédio da delegacia está com parte do teto caindo, há presença de mofo e infiltrações em todas as paredes. As cadeiras e os estofados estão velhos, rasgados e são inapropriados para uso. Falta material de limpeza.
A regional de Palmeira dos Índios também está superlotada com 19 presos. Normalmente, após o final de semana, sempre às segundas-feiras, a média é de 25 presos, contrariando a decisão de interdição da carceragem e limite de presos.
O presidente do Sindpol vem denunciando as precárias condições, que estão se agravando. Cobra do Governo do Estado a solução dos problemas, que colocam em risco a saúde e a integridade física dos policiais civis e da população.
De quatro banheiros, apenas um está funcionando. A fossa da delegacia, que recebe dejetos de presos e de policiais civis, está entupida e com vazamento de excrementos, provocando fedentina, que afeta não apenas a delegacia, mas toda a vizinhança.
O presidente do Sindpol, Ricardo Nazário, e o diretor de Comunicação, Edeilto Gomes, que realizaram a documentação das condições precárias, também constataram fiação elétrica exposta, que coloca em risco a vida dos policiais civis que trabalham na delegacia. Quem procura a delegacia, reclama das condições precárias. O prédio da delegacia está com parte do teto caindo, há presença de mofo e infiltrações em todas as paredes. As cadeiras e os estofados estão velhos, rasgados e são inapropriados para uso. Falta material de limpeza.
A regional de Palmeira dos Índios também está superlotada com 19 presos. Normalmente, após o final de semana, sempre às segundas-feiras, a média é de 25 presos, contrariando a decisão de interdição da carceragem e limite de presos.
O presidente do Sindpol vem denunciando as precárias condições, que estão se agravando. Cobra do Governo do Estado a solução dos problemas, que colocam em risco a saúde e a integridade física dos policiais civis e da população.
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