Hospital de Emergência do Agreste registra redução de 17% no número de óbitos
Graças a importantes melhorias estruturais realizadas no Hospital de Emergência do Agreste, em Arapiraca, a exemplo da instalação de um novo tomógrafo, o número de óbitos na urgência e emergência caiu 17% em 2017. Os dados constam do relatório divulgado pelo Núcleo de Processamento de Dados (NPD) da maior unidade pública de saúde do interior de Alagoas.
Para se ter ideia, no ano de 2016, o hospital contabilizou 47.709 atendimentos e 341 óbitos, o que representou uma taxa de morbidade da ordem 7,1%. No entanto, o mais recente levantamento, no período compreendido entre janeiro e dezembro do ano passado, mostra que o Hospital de Emergência do Agreste registrou 47.432 atendimentos a pacientes vítimas de traumas de Média e Alta Complexidade, com 283 óbitos.
Esse dado representa uma redução de 17% no número de mortes em relação ao mesmo período do ano anterior. O relatório aponta que a morbidade é maior entre as vítimas de agressão com arma de fogo e arma branca, que pode ser a faca ou facão. Já no ano de 2016 foram registrados 924 atendimentos e 50 pacientes faleceram.
De janeiro até dezembro do ano passado, o Hospital de Emergência do Agreste recebeu 735 pacientes com ferimentos provocados por arma de fogo e branca, com o registro de 35 óbitos. Os acidentes no trânsito também continuaram fazendo novas vítimas. No ano de 2016, foram contabilizados 8.609 atendimentos, sendo 8.199 a pacientes que sofreram ferimentos em colisões ou quedas de motos. O relatório mostra que 20 pessoas evoluíram para óbito.
Acidentes de Motos
No ano passado, o hospital recebeu 9.159 vítimas de acidentes no trânsito, com o registro de 8.609 vítimas de quedas e colisões de motos. Mesmo com o aumento das ocorrências, apenas 14 pessoas faleceram por conta das complicações dos ferimentos, o que representa uma redução da ordem de 30%.
A gerente do Hospital de Emergência do Agreste, médica Regiluce Santos, explica que diminuição dos óbitos é resultado da adoção das novas estratégias de atendimento, realizadas com apoio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).
Regiluce Santos diz que o hospital vem desenvolvendo ações contínuas no acolhimento com classificação de risco, além de outras iniciativas com o fortalecimento do Núcleo Interno de Regulação (NIR), ordenamento dos procedimentos cirúrgicos eletivos e no trabalho da política de humanização no atendimento.
Para se ter ideia, no ano de 2016, o hospital contabilizou 47.709 atendimentos e 341 óbitos, o que representou uma taxa de morbidade da ordem 7,1%. No entanto, o mais recente levantamento, no período compreendido entre janeiro e dezembro do ano passado, mostra que o Hospital de Emergência do Agreste registrou 47.432 atendimentos a pacientes vítimas de traumas de Média e Alta Complexidade, com 283 óbitos.
Esse dado representa uma redução de 17% no número de mortes em relação ao mesmo período do ano anterior. O relatório aponta que a morbidade é maior entre as vítimas de agressão com arma de fogo e arma branca, que pode ser a faca ou facão. Já no ano de 2016 foram registrados 924 atendimentos e 50 pacientes faleceram.
De janeiro até dezembro do ano passado, o Hospital de Emergência do Agreste recebeu 735 pacientes com ferimentos provocados por arma de fogo e branca, com o registro de 35 óbitos. Os acidentes no trânsito também continuaram fazendo novas vítimas. No ano de 2016, foram contabilizados 8.609 atendimentos, sendo 8.199 a pacientes que sofreram ferimentos em colisões ou quedas de motos. O relatório mostra que 20 pessoas evoluíram para óbito.
Acidentes de Motos
No ano passado, o hospital recebeu 9.159 vítimas de acidentes no trânsito, com o registro de 8.609 vítimas de quedas e colisões de motos. Mesmo com o aumento das ocorrências, apenas 14 pessoas faleceram por conta das complicações dos ferimentos, o que representa uma redução da ordem de 30%.A gerente do Hospital de Emergência do Agreste, médica Regiluce Santos, explica que diminuição dos óbitos é resultado da adoção das novas estratégias de atendimento, realizadas com apoio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).
Regiluce Santos diz que o hospital vem desenvolvendo ações contínuas no acolhimento com classificação de risco, além de outras iniciativas com o fortalecimento do Núcleo Interno de Regulação (NIR), ordenamento dos procedimentos cirúrgicos eletivos e no trabalho da política de humanização no atendimento.
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