Professor teria sido morto por ter relacionamento com ex-namorada de militar, diz MPE/AL
O professor de educação física Luan Douglas dos Santos Porto, assassinado no dia 18 de abril deste ano, na porta da casa onde morava, em União dos Palmares, foi uma das vítimas de um grupo de extermínio que agia na Zona da Mata alagoana e no interior de Pernambuco.
Conforme relatam as investigações do Ministério Público Estadual (MPE/AL), Luan foi morto por conta de um relacionamento com a ex-namorada do policial militar Cícero Vasconcelos de Lima Júnior, conhecido como ‘cabo Júnior’. O PM chegou a procurar um homem cujo apelido é ‘Thor’ e propôs a ele a recompensa de R$ 4 mil para matar o educador físico. Diante da recusa, o PM procurou outro pistoleiro para executar o crime, fato ocorrido alguns dias depois.
Inicialmente, o MPE divulgou que se tratava da esposa do policial, mas depois corrigiu informando que eles já estavam separados há algum tempo.
Testemunhas relataram que o professor chegou a entrar em sua residência quando foi chamado para o lado de fora. Ao chegar na calçada, foi atingido por disparos de arma de fogo e morreu antes da chegada do socorro.
As investigações foram coordenadas pela comissão de delegados Carlos Reis, Fabrício Lima e Fábio Costa, da Delegacia de Homicídios (DH).
No começo da tarde os pais do Luan, Jackson e Maria Valquíria dos Santos, ligaram para o TNH1 e confrontaram a afirmação de que o professor havia paquerado a ex-namorada do policial. "Meu filho namorou com ela por 10 meses. Quando ele a conheceu ela já estava separada fazia meses", disse o pai.
“Ele já estava namorando com Cibele há 10 meses, quando aconteceu o fato. A família soube que Luan conheceu ela após a separação do Júnior. Eles se conheceram na academia, Luan já estava separado da esposa e ela estava separada do Júnior. Ele vivia na casa dele e ela na casa dela, mas estavam namorando. Eu preciso de paz e meu filho não volta mais. Quem está preso é meu filho, que nunca mais vai voltar”, afirmou dona Valquíria.
Conforme relatam as investigações do Ministério Público Estadual (MPE/AL), Luan foi morto por conta de um relacionamento com a ex-namorada do policial militar Cícero Vasconcelos de Lima Júnior, conhecido como ‘cabo Júnior’. O PM chegou a procurar um homem cujo apelido é ‘Thor’ e propôs a ele a recompensa de R$ 4 mil para matar o educador físico. Diante da recusa, o PM procurou outro pistoleiro para executar o crime, fato ocorrido alguns dias depois.
Inicialmente, o MPE divulgou que se tratava da esposa do policial, mas depois corrigiu informando que eles já estavam separados há algum tempo.
Testemunhas relataram que o professor chegou a entrar em sua residência quando foi chamado para o lado de fora. Ao chegar na calçada, foi atingido por disparos de arma de fogo e morreu antes da chegada do socorro.
As investigações foram coordenadas pela comissão de delegados Carlos Reis, Fabrício Lima e Fábio Costa, da Delegacia de Homicídios (DH).
No começo da tarde os pais do Luan, Jackson e Maria Valquíria dos Santos, ligaram para o TNH1 e confrontaram a afirmação de que o professor havia paquerado a ex-namorada do policial. "Meu filho namorou com ela por 10 meses. Quando ele a conheceu ela já estava separada fazia meses", disse o pai.
“Ele já estava namorando com Cibele há 10 meses, quando aconteceu o fato. A família soube que Luan conheceu ela após a separação do Júnior. Eles se conheceram na academia, Luan já estava separado da esposa e ela estava separada do Júnior. Ele vivia na casa dele e ela na casa dela, mas estavam namorando. Eu preciso de paz e meu filho não volta mais. Quem está preso é meu filho, que nunca mais vai voltar”, afirmou dona Valquíria.
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