SSP diz que ex-prefeito de Palestina mandou simular assalto para matar caseiro
Em coletiva de imprensa, a Secretaria de Segurança Pública de Alagoas (SSP) informou, nesta terça-feira (26), detalhes da operação que resultou na prisão do ex-prefeito de Palestina, Júnior Alcântara (PMDB) e do vereador Luciano Lucena (PMDB). Segundo a polícia, ex-prefeito e vereador contraram criminosos para simular um assalto e assassinar o caseiro de Alcântara.
Segundo a polícia, com ajuda de Lucena, Júnior Alcântara contratou três homens para matar o caseiro dele, Zenóbio Gomes Feitosa, 60. A vítima foi sequestrada no dia 27 de maio e o corpo foi encontrado no dia seguinte, no município de Jacaré dos Homens.
Em depoimento para a polícia, o ex-prefeito informou sua chácara havia sido assaltada e alguns documentos foram levados do local, tais documentos comprovavam crimes da atual gestão. A existência destes documentos, porém, ainda não está confirmada.
"Ele [o ex-prefeito] foi o autor intelectual do crime, infelizmente pegou toda a polícia de surpresa. Temos provas irrefutáveis do envolvimento do ex-prefeito Junior Alcântara com esse crime. Seria um crime perfeito. Por exemplo, eu tenho um caseiro, caseiro é sequestrado, levam documentações que iria utilizar para incriminar supostas irregularidades na gestão atual da prefeitura de Palestina", disse o delegado Mário Jorge, da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic).
Ainda segundo o delegado, o que ficou comprovado, entretanto, foi que o caseiro de Alcântara tinha sido usado como laranja.
"A investigação avança ainda quando foi constatado que o Junior Alcântara teria usado o nome do caseiro como laranja na compra de veículos e máquinas. Claramente está comprovado que ele utilizou o nome do cidadão sem o conhecimento do próprio", explicou Mário Jorge.
Os criminosos contratados para executar o caseiro foram identificados como Daniel da Silva Carvalho, o "Daniel Gordinho"; José Edilson Pinheiro da Silva "Sula"; e Thiago Correia de Brito. Eles foram presos no dia 24 de outubro.
O caso, segundo o delegado, foi descoberto através de ligações telefônicas entre o ex-prefeito e os suspeitos de cometerem o crime. O vereador Luciano Lucena, por sua vez, tinha contatos com o grupo.
Segundo a polícia, com ajuda de Lucena, Júnior Alcântara contratou três homens para matar o caseiro dele, Zenóbio Gomes Feitosa, 60. A vítima foi sequestrada no dia 27 de maio e o corpo foi encontrado no dia seguinte, no município de Jacaré dos Homens.
Em depoimento para a polícia, o ex-prefeito informou sua chácara havia sido assaltada e alguns documentos foram levados do local, tais documentos comprovavam crimes da atual gestão. A existência destes documentos, porém, ainda não está confirmada.
"Ele [o ex-prefeito] foi o autor intelectual do crime, infelizmente pegou toda a polícia de surpresa. Temos provas irrefutáveis do envolvimento do ex-prefeito Junior Alcântara com esse crime. Seria um crime perfeito. Por exemplo, eu tenho um caseiro, caseiro é sequestrado, levam documentações que iria utilizar para incriminar supostas irregularidades na gestão atual da prefeitura de Palestina", disse o delegado Mário Jorge, da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic).
Ainda segundo o delegado, o que ficou comprovado, entretanto, foi que o caseiro de Alcântara tinha sido usado como laranja.
"A investigação avança ainda quando foi constatado que o Junior Alcântara teria usado o nome do caseiro como laranja na compra de veículos e máquinas. Claramente está comprovado que ele utilizou o nome do cidadão sem o conhecimento do próprio", explicou Mário Jorge.
Os criminosos contratados para executar o caseiro foram identificados como Daniel da Silva Carvalho, o "Daniel Gordinho"; José Edilson Pinheiro da Silva "Sula"; e Thiago Correia de Brito. Eles foram presos no dia 24 de outubro.
O caso, segundo o delegado, foi descoberto através de ligações telefônicas entre o ex-prefeito e os suspeitos de cometerem o crime. O vereador Luciano Lucena, por sua vez, tinha contatos com o grupo.
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