Corpo do traficante morto durante operação em AL é liberado pelo IML
Cinco dias após morrer em confronto com equipes das Polícias Federal (PF) e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), o corpo de Erik da Silva Ferraz, de 39 anos, foi reconhecido pela mãe no final da manhã desta terça-feira (12),no Instituto Médico Legal (IML) de Maceió, sendo liberado para sepultamento na cidade de São Paulo, de onde é natural. A mãe do suspeito veio à capital alagoana para os procedimentos legais.
De acordo com o IML, a genitora de Erik - que não teve o nome divulgado -, compareceu ao local acompanhada de advogados e fez o reconhecimento do corpo.
Em Alagoas, Erik Ferraz assumiu a identidade falsa em nome de Bruno Augusto Ferreira Júnior. Ele vinha atuando como empresário em Maceió.
Erik foi morto em uma troca de tiros com a polícia após reagir à operação, batizada de "Duas Caras". A ação contou com o apoio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e da Radiopatrulha e cumpriu mandados de prisão, de busca e apreensão e de condução coercitiva, expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital.
O suspeito ainda foi socorrido e levado ao Hospital Geral do Estado (HGE), no Trapiche da Barra, em Maceió, mas não resistiu. A quadrilha liderada por Erik comandava empresas de fachadas, utilizadas para lavagem de dinheiro do tráfico internacional de drogas.
São elas o bar Black Out pub, na Jatiúca, a pizzaria Moriah, localizada no Pouso da Garça, e a academia Premier Combate Fit, no bairro da Serraria.
De acordo com o IML, a genitora de Erik - que não teve o nome divulgado -, compareceu ao local acompanhada de advogados e fez o reconhecimento do corpo.
Em Alagoas, Erik Ferraz assumiu a identidade falsa em nome de Bruno Augusto Ferreira Júnior. Ele vinha atuando como empresário em Maceió.
Erik foi morto em uma troca de tiros com a polícia após reagir à operação, batizada de "Duas Caras". A ação contou com o apoio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e da Radiopatrulha e cumpriu mandados de prisão, de busca e apreensão e de condução coercitiva, expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital.
O suspeito ainda foi socorrido e levado ao Hospital Geral do Estado (HGE), no Trapiche da Barra, em Maceió, mas não resistiu. A quadrilha liderada por Erik comandava empresas de fachadas, utilizadas para lavagem de dinheiro do tráfico internacional de drogas.
São elas o bar Black Out pub, na Jatiúca, a pizzaria Moriah, localizada no Pouso da Garça, e a academia Premier Combate Fit, no bairro da Serraria.
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