Menor que trocou tiros com policial civil em Arapiraca pede desculpa
Dois dos acusados de tentar roubar e trocar tiros com um policial civil no Lago do Perucaba, no bairro Zélia Barbosa Rocha, em Arapiraca, no último sábado (09), afirmaram que a intenção era roubar o celular e o dinheiro da vítima para irem a um show que ocorreu no final de semana no município. Entretanto, um dos acusados é menor e sabendo da gravidade do crime que cometeu chegou a pedir desculpa aos familiares do agente da Segurança Pública. A declaração aconteceu durante uma entrevista exclusiva ao repórter Mitchel Torquato, da Rádio 96 FM e
Os acusados foram identificados como Luiz Henrique da Silva Guida, 18 anos e o menor A.S, 15 anos. Eles contaram detalhes sobre a ação praticada.
“Eu fui até ao local para tomar o celular, e não percebi que ele estava armado e que era policial. Quando ele atirou, nós saímos correndo e o revólver 32 que estava com a gente caiu e não vi quem atirou nele”, explicou Luiz Henrique .
Já o adolescente disse que nunca tinha dado entrada em uma delegacia e na intenção de comover os agentes plantonistas da Central de Polícia afirmou que estava arrependido.
“Não valeu à pena isso que fiz, tenho que continuar minha vida e parar de fazer coisas erradas. Estou arrependido, peço desculpas e perdão ao policial pelo que fiz com ele, apesar de não ter sido eu que atirei nele”, falou o menor.
De acordo com informações repassadas pelos acusados, a dupla adquiriu o revólver na “Feira da Troca”, pelo valor de R$ 600.
O policial civil que ainda não teve seu nome revelado, foi atendido no Hospital de Emergência do Agreste e em seguida liberado. Informações ainda dão conta que o agente está com uma bala alojada na altura do ombro e nos próximos dias deve passar por outro procedimento médico para ver a possibilidade da retirada do projetil.
Os acusados foram identificados como Luiz Henrique da Silva Guida, 18 anos e o menor A.S, 15 anos. Eles contaram detalhes sobre a ação praticada.
“Eu fui até ao local para tomar o celular, e não percebi que ele estava armado e que era policial. Quando ele atirou, nós saímos correndo e o revólver 32 que estava com a gente caiu e não vi quem atirou nele”, explicou Luiz Henrique .
Já o adolescente disse que nunca tinha dado entrada em uma delegacia e na intenção de comover os agentes plantonistas da Central de Polícia afirmou que estava arrependido.
“Não valeu à pena isso que fiz, tenho que continuar minha vida e parar de fazer coisas erradas. Estou arrependido, peço desculpas e perdão ao policial pelo que fiz com ele, apesar de não ter sido eu que atirei nele”, falou o menor.
De acordo com informações repassadas pelos acusados, a dupla adquiriu o revólver na “Feira da Troca”, pelo valor de R$ 600.
O policial civil que ainda não teve seu nome revelado, foi atendido no Hospital de Emergência do Agreste e em seguida liberado. Informações ainda dão conta que o agente está com uma bala alojada na altura do ombro e nos próximos dias deve passar por outro procedimento médico para ver a possibilidade da retirada do projetil.
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