Conselheiro tutelar é investigado por suspeita de abusar sexualmente de adolescente
Um conselheiro tutelar de Maceió está sendo investigado por suspeita de ter abusado sexualmente de uma adolescente de 13 anos de idade no bairro do Vergel, em Maceió. Nesta terça-feira (28), o colegiado do Conselho protocolou uma denúncia contra ele junto ao Ministério Público (MP-AL)
De acordo com o Conselho Tutelar da II região, que atende a bairros da periferia da capital, a mãe da adolescente procurou a base comunitária da Polícia Militar do Vergel do Lago no dia 20 de novembro, para denunciar que a filha havia sido abusada por um conselheiro identificado como Luiz Carlos.
A família da jovem supostamente abusada se encontra em situação de vulnerabilidade e estava sendo acompanhada por Carlos.
Ao Conselho Tutelar, a mãe da menina disse que ela e o conselheiro já vinham se encontrando há algum tempo, e que a filha havia sido abusada sexualmente. Ela foi orientada a registrar queixa na Delegacia da Criança e do Adolescente, mas, por medo de que algo acontecesse, não levou o caso adiante.
Na última sexta (24), o colegiado do Conselho Tutelar se reuniu e ouviu o conselheiro. Carlos negou que tivesse se envolvido com a adolescente de 13 anos, mas disse que havia saído com a irmã dela, de 15 anos.
O colegiado decidiu então levar o caso à delegacia ainda na sexta e nessa segunda, acionou o MP para que acompanhasse as investigações do caso.
Também nessa segunda, o pai, a mãe e a adolescente tiveram os depoimentos registrados pela escrivã da Delegacia da Criança e do Adolescente. Segundo um agente da delegacia, nos próximos dias a delegada Adriana Gusmão deve ouvir outras testemunhas e também o conselheiro denunciado.
De acordo com o Conselho Tutelar da II região, que atende a bairros da periferia da capital, a mãe da adolescente procurou a base comunitária da Polícia Militar do Vergel do Lago no dia 20 de novembro, para denunciar que a filha havia sido abusada por um conselheiro identificado como Luiz Carlos.
A família da jovem supostamente abusada se encontra em situação de vulnerabilidade e estava sendo acompanhada por Carlos.
Ao Conselho Tutelar, a mãe da menina disse que ela e o conselheiro já vinham se encontrando há algum tempo, e que a filha havia sido abusada sexualmente. Ela foi orientada a registrar queixa na Delegacia da Criança e do Adolescente, mas, por medo de que algo acontecesse, não levou o caso adiante.
Na última sexta (24), o colegiado do Conselho Tutelar se reuniu e ouviu o conselheiro. Carlos negou que tivesse se envolvido com a adolescente de 13 anos, mas disse que havia saído com a irmã dela, de 15 anos.
O colegiado decidiu então levar o caso à delegacia ainda na sexta e nessa segunda, acionou o MP para que acompanhasse as investigações do caso.
Também nessa segunda, o pai, a mãe e a adolescente tiveram os depoimentos registrados pela escrivã da Delegacia da Criança e do Adolescente. Segundo um agente da delegacia, nos próximos dias a delegada Adriana Gusmão deve ouvir outras testemunhas e também o conselheiro denunciado.
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