Bebê alagoana tem três paradas cardíacas e vai receber coração artificial
Internada há pouco mais de um mês na UTI do hospital INCOR, em São Paulo, a família da pequena Lorena Farias Torres, que sofre de cardiomiopatia dilatada, faz mais um apelo no sentido de sensibilizar a população em geral em torno da doação de órgãos. É que a bebê, de apenas 8 meses, teve três paradas cardíacas neste fim de semana e precisará de um coração artificial nos próximos dias.
De acordo com a tia de Lorena, Vanessa Carla Farias, o motivo do implante do coração artificial se deve ao estado de saúde da sobrinha.
"A médica responsável pelo tratamento da Lorena detectou que o coração dela está batendo muito fraco e que será necessário um coração artificial enquanto esperamos por um doador compatível", afirma.
Vanessa conta também que, nos últimos dias, a bebê vinha sofrendo com queda de pressão e que, neste domingo (26), como consequência, Lorena teve três paradas cardíacas - uma com duração de 3 minutos e outra de 9 minutos -, sendo necessária a realização de um procedimento cirúrgico para a colocação de um aparelho chamado ECMO, o que acabou resultando em mais uma parada cardíaca.
Segundo a tia de Lorena, a oxigenação por membrana extra-corpórea ajudará no descanso do coração da sobrinha. "Devido à doença, o coração da Lorena é grande para uma criança de sua idade. Este aparelho de ventilação ajudará no bom funcionamento do coração enquanto esperamos o órgão artificial", emenda.
Lorena ficará com o aparelho por cinco a sete dias. O objetivo é estabilizar seu quadro de saúde, a fim de que a pequena possa receber o coração artificial.
Ainda à Gazetaweb, Vanessa relata que o coração artificial já foi solicitado ao convênio do plano de saúde e que a família, agora, espera apenas a liberação. "A família sabe que este procedimento requer alto custo e que só pode ser realizado em São Paulo. Portanto, seguiremos no aguardo até o final desta semana", conta a tia de Lorena, acrescentando acreditar que os pedidos em torno da doação também ganhem visibilidade em São Paulo e em estados vizinhos.
"Pedimos a Deus todos os dias para que um doador apareça. Um coração só funciona cerca de quatro horas fora do corpo. Por isso, há a necessidade de que o doador seja do estado de São Paulo ou de estados vizinhos. Afinal, se um coração partir de Maceió, por exemplo, o órgão poderá não servir", avalia.
De acordo com a tia de Lorena, Vanessa Carla Farias, o motivo do implante do coração artificial se deve ao estado de saúde da sobrinha.
"A médica responsável pelo tratamento da Lorena detectou que o coração dela está batendo muito fraco e que será necessário um coração artificial enquanto esperamos por um doador compatível", afirma.
Vanessa conta também que, nos últimos dias, a bebê vinha sofrendo com queda de pressão e que, neste domingo (26), como consequência, Lorena teve três paradas cardíacas - uma com duração de 3 minutos e outra de 9 minutos -, sendo necessária a realização de um procedimento cirúrgico para a colocação de um aparelho chamado ECMO, o que acabou resultando em mais uma parada cardíaca.
Segundo a tia de Lorena, a oxigenação por membrana extra-corpórea ajudará no descanso do coração da sobrinha. "Devido à doença, o coração da Lorena é grande para uma criança de sua idade. Este aparelho de ventilação ajudará no bom funcionamento do coração enquanto esperamos o órgão artificial", emenda.
Lorena ficará com o aparelho por cinco a sete dias. O objetivo é estabilizar seu quadro de saúde, a fim de que a pequena possa receber o coração artificial.
Ainda à Gazetaweb, Vanessa relata que o coração artificial já foi solicitado ao convênio do plano de saúde e que a família, agora, espera apenas a liberação. "A família sabe que este procedimento requer alto custo e que só pode ser realizado em São Paulo. Portanto, seguiremos no aguardo até o final desta semana", conta a tia de Lorena, acrescentando acreditar que os pedidos em torno da doação também ganhem visibilidade em São Paulo e em estados vizinhos.
"Pedimos a Deus todos os dias para que um doador apareça. Um coração só funciona cerca de quatro horas fora do corpo. Por isso, há a necessidade de que o doador seja do estado de São Paulo ou de estados vizinhos. Afinal, se um coração partir de Maceió, por exemplo, o órgão poderá não servir", avalia.
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