Sargento da PM que desapareceu no interior de Alagoas foi vítima de latrocínio, diz polícia
investigação sobre a morte do sargento da Polícia Militar Célio Cícero Valdemar aponta que ele foi vítima de latrocínio (roubo com morte). Três suspeitos do crime foram presos e uma pessoa morreu em confronto com os policiais durante abordagem. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (16).
O sargento deixou de dar notícias a familiares no dia 19 de outubro deste ano, quando saiu de Passo de Camaragibe para fazer compras em Maceió.
O corpo dele foi encontrado cinco dias depois no município de Fleixeiras. Um exame do Instituto de Medicina Legal (IML) confirmou horas depois que o cadáver era do sargento.
Segundo o delegado Bruno Emílio, o sargento foi abordado em uma borracharia na cidade de Messias, às margens da BR-101, por 3 indivíduos, que o levaram dentro do carro para uma estrada de barro.
Durante o assalto, a polícia acredita que os criminosos decidiram matá-lo ao perceber que a vítima se tratava de um policial.
"Pelo laudo cadavérico ficou comprovado muita luta corporal. Ele foi atingido por dois disparos, um na cabeça e um no tronco", afirmou o delegado.
As investigações ainda apontam que o sargento foi morto pela própria arma de fogo, golpes de arma branca e espancado.
Na madrugada do último dia 14 o celular da vítima foi localizado. Nesta mesma data começou uma operação em Messias em busca dos criminosos, e os três suspeitos foram presos.
Edvaldo Amâncio da Silva , conhecido como "nó cego", 38, foi encontrado com o celular. Segundo o delegado, ele não participou diretamente no latrocínio, mas estava na borracharia e deu apoio aos criminosos.
Por este crime também foram presos Cleberson Silva de Souza, o "Binho", 22; e o Elisandro Rufino Medeiros, o "Brasa", 18. Já Welliton José da Silva, o "Leto", 35, atirou contra a polícia durante a abordagem e morreu.
"O inquérito vai ser concluído nesta semana, mas o caso está elucidado com esses criminosos", disse Eduardo Melo, que também participou das investigações.
O sargento deixou de dar notícias a familiares no dia 19 de outubro deste ano, quando saiu de Passo de Camaragibe para fazer compras em Maceió.
O corpo dele foi encontrado cinco dias depois no município de Fleixeiras. Um exame do Instituto de Medicina Legal (IML) confirmou horas depois que o cadáver era do sargento.
Segundo o delegado Bruno Emílio, o sargento foi abordado em uma borracharia na cidade de Messias, às margens da BR-101, por 3 indivíduos, que o levaram dentro do carro para uma estrada de barro.
Durante o assalto, a polícia acredita que os criminosos decidiram matá-lo ao perceber que a vítima se tratava de um policial.
"Pelo laudo cadavérico ficou comprovado muita luta corporal. Ele foi atingido por dois disparos, um na cabeça e um no tronco", afirmou o delegado.
As investigações ainda apontam que o sargento foi morto pela própria arma de fogo, golpes de arma branca e espancado.
Na madrugada do último dia 14 o celular da vítima foi localizado. Nesta mesma data começou uma operação em Messias em busca dos criminosos, e os três suspeitos foram presos.
Edvaldo Amâncio da Silva , conhecido como "nó cego", 38, foi encontrado com o celular. Segundo o delegado, ele não participou diretamente no latrocínio, mas estava na borracharia e deu apoio aos criminosos.
Por este crime também foram presos Cleberson Silva de Souza, o "Binho", 22; e o Elisandro Rufino Medeiros, o "Brasa", 18. Já Welliton José da Silva, o "Leto", 35, atirou contra a polícia durante a abordagem e morreu.
"O inquérito vai ser concluído nesta semana, mas o caso está elucidado com esses criminosos", disse Eduardo Melo, que também participou das investigações.
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