DCE denuncia casos de assédios sexual e moral na Uncisal
Alunos e servidores da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) denunciam, por meio das redes sociais, que têm sido vítimas de assédios moral e sexual dentro da instituição de ensino superior. De acordo com o coordenador de eventos do Diretório Central dos Estudantes (DCE) Nise da Silveira e um dos idealizadores da campanha 'Uncisal sem assédio', Erivaldo Lima, o objetivo é expôr e denunciar os assediadores.
Com as hashtags #UncisalSemAssedio e #ChegadeAssedioUncisal, a campanha foi lançada nesse domingo (12), e os idealizadores prometem expôr os casos a partir desta segunda-feira (13), sendo, de início, uma postagem por dia.
"A campanha surgiu da necessidade de denunciar os casos porque existem vários sendo registrados. Na semana passada, por exemplo, um professor fez comentários homofóbicos e machistas dentro de sala de aula. Isso não pode ser tolerado", disse Erivaldo Lima, acrescentando que um servidor da Uncisal já iniciou um processo judicial contra o agressor, que também é faz parte da universidade.
O idealizador da campanha afirma também que, em menos de 12 horas, mais de 20 pessoas enviaram denúncias anônimas para a página no Facebook 'Uncisal Sem Assédio'.
"Anônimas foram vinte, mas ainda há as pessoas que quiseram se identificar e que ainda não contabilizamos. Precisamos alertar e dar voz às vítimas, para que todos os casos sejam relatados", acrescentou Erivaldo Lima.
Na Uncisal, ainda conforme Lima, existem "professores assediadores, professores sendo assediados, servidores assediadores, servidores sendo assediados, alunos assediadores e alunos sendo assediados". "qual motivo as pessoas não denunciam? A resposta é simples: o assédio silencia", reforçou.
Nas publicações com as tags da campanha, estudantes pedem respeito: "Professor, eu não sou burro! Isso não é básico. Eu não preciso saber de tudo o que você sabe"; "Professor, a minha roupa não precisa dizer qual o curso que eu faço"; "Eles envergonham e humilham seus estagiários na frente dos pacientes e dos outros alunos"; "Professor, batom vermelho não me deixa vulgar!"; "Professor, me respeite!".
Após as postagens, os representantes do DCE pretendem formalizar as denúncias na Ouvidoria, na Reitoria e na Pró-reitoria Estudantil da Uncisal.
Por meio de nota, a Universidade disse que não compactua com nenhuma forma de assédio.
Nota na íntegra:
A Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) informa que não corrobora com nenhuma forma de assédio, seja ele moral ou sexual, e reafirma o seu compromisso com uma gestão ética e transparente. A Uncisal conta com uma Ouvidoria e com uma Coordenação Jurídica abertas a toda a comunidade acadêmica e prontas para apurar, institucionalmente, eventuais denúncias e aplicar as medidas legais cabíveis.
Com as hashtags #UncisalSemAssedio e #ChegadeAssedioUncisal, a campanha foi lançada nesse domingo (12), e os idealizadores prometem expôr os casos a partir desta segunda-feira (13), sendo, de início, uma postagem por dia.
"A campanha surgiu da necessidade de denunciar os casos porque existem vários sendo registrados. Na semana passada, por exemplo, um professor fez comentários homofóbicos e machistas dentro de sala de aula. Isso não pode ser tolerado", disse Erivaldo Lima, acrescentando que um servidor da Uncisal já iniciou um processo judicial contra o agressor, que também é faz parte da universidade.
O idealizador da campanha afirma também que, em menos de 12 horas, mais de 20 pessoas enviaram denúncias anônimas para a página no Facebook 'Uncisal Sem Assédio'.
"Anônimas foram vinte, mas ainda há as pessoas que quiseram se identificar e que ainda não contabilizamos. Precisamos alertar e dar voz às vítimas, para que todos os casos sejam relatados", acrescentou Erivaldo Lima.
Na Uncisal, ainda conforme Lima, existem "professores assediadores, professores sendo assediados, servidores assediadores, servidores sendo assediados, alunos assediadores e alunos sendo assediados". "qual motivo as pessoas não denunciam? A resposta é simples: o assédio silencia", reforçou.
Nas publicações com as tags da campanha, estudantes pedem respeito: "Professor, eu não sou burro! Isso não é básico. Eu não preciso saber de tudo o que você sabe"; "Professor, a minha roupa não precisa dizer qual o curso que eu faço"; "Eles envergonham e humilham seus estagiários na frente dos pacientes e dos outros alunos"; "Professor, batom vermelho não me deixa vulgar!"; "Professor, me respeite!".
Após as postagens, os representantes do DCE pretendem formalizar as denúncias na Ouvidoria, na Reitoria e na Pró-reitoria Estudantil da Uncisal.
Por meio de nota, a Universidade disse que não compactua com nenhuma forma de assédio.
Nota na íntegra:
A Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) informa que não corrobora com nenhuma forma de assédio, seja ele moral ou sexual, e reafirma o seu compromisso com uma gestão ética e transparente. A Uncisal conta com uma Ouvidoria e com uma Coordenação Jurídica abertas a toda a comunidade acadêmica e prontas para apurar, institucionalmente, eventuais denúncias e aplicar as medidas legais cabíveis.
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