Ações policiais apreendem média de cinco armas de fogo todos os dias em Alagoas
Alagoas tem pelo menos 5 armas de fogo apreendidas todos os dias em operações policiais. Segundo dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-AL), foram retiradas das ruas 1.547 armas de janeiro a outubro de 2017.
A média de 154 armas apreendidas por mês segue a tendência dos últimos anos. Em 2016 foram 159; em 2015, 165 armas.
Embora nestes três anos tenham sido apreendidas mais de 5 mil armas de fogo pelas forças de segurança, a maioria dos crimes registrados no estado, entre eles os homicídios e tentativas, é cometida com revólveres e pistolas.
O secretário adjunto da Segurança Pública, Manoel Acácio Júnior, disse que as forças de segurança estão empenhadas em retirar armas das ruas.
“A importância da apreensão de cada uma destas armas está no fato de que elas não são usadas apenas em homicídios, mas também, em outros crimes como roubos e agressões”, disse o secretário.
Acácio Júnior explicou ainda que ao serem apreendidas as armas passam por exames.
“Toda arma é submetida ao teste de funcionalidade para saber se ela está funcionando normalmente. E, caso haja alguma suspeita de que ela possa ter sido usada em algum crime homicídio, a arma é encaminhada para exame pericial de teste balístico que faz a comparação dos projéteis”, completou.
As armas apreendidas ficam, segundo a SSP, em um depósito à disposição da Justiça. Depois, quando o processo é finalizado, elas são encaminhadas para o Exército, que tem a responsabilidade de destruí-las.
“No entanto, caso a arma seja legalizada ou de algum agente público que tenha sido roubada, a arma é devolvida ao proprietário”, explicou Acácio Junior.
Mudança na legislação
Acácio Júnior destacou ainda em entrevista ao G1 o avanço da legislação sobre o porte de arma de uso restrito no Brasil, que agora coloca o flagrante de uso ilegal deste tipo de arma como crime hediondo, inafiançável.
Com a mudança, a pessoa flagrada ilegalmente com este tipo de arma pague fiança para ganhar liberdade.
“Isso foi muito importante porque o bandido que agora for flagrado com arma de uso restrito, a exemplo de um fuzil, terá que ficar preso. Isso foi um grande ganho para sociedade porque repercute diretamente na questão jurídica e paralelamente na segurança pública”, completou.
A média de 154 armas apreendidas por mês segue a tendência dos últimos anos. Em 2016 foram 159; em 2015, 165 armas.
Embora nestes três anos tenham sido apreendidas mais de 5 mil armas de fogo pelas forças de segurança, a maioria dos crimes registrados no estado, entre eles os homicídios e tentativas, é cometida com revólveres e pistolas.
O secretário adjunto da Segurança Pública, Manoel Acácio Júnior, disse que as forças de segurança estão empenhadas em retirar armas das ruas.
“A importância da apreensão de cada uma destas armas está no fato de que elas não são usadas apenas em homicídios, mas também, em outros crimes como roubos e agressões”, disse o secretário.
Acácio Júnior explicou ainda que ao serem apreendidas as armas passam por exames.
“Toda arma é submetida ao teste de funcionalidade para saber se ela está funcionando normalmente. E, caso haja alguma suspeita de que ela possa ter sido usada em algum crime homicídio, a arma é encaminhada para exame pericial de teste balístico que faz a comparação dos projéteis”, completou.
As armas apreendidas ficam, segundo a SSP, em um depósito à disposição da Justiça. Depois, quando o processo é finalizado, elas são encaminhadas para o Exército, que tem a responsabilidade de destruí-las.
“No entanto, caso a arma seja legalizada ou de algum agente público que tenha sido roubada, a arma é devolvida ao proprietário”, explicou Acácio Junior.
Mudança na legislação
Acácio Júnior destacou ainda em entrevista ao G1 o avanço da legislação sobre o porte de arma de uso restrito no Brasil, que agora coloca o flagrante de uso ilegal deste tipo de arma como crime hediondo, inafiançável.
Com a mudança, a pessoa flagrada ilegalmente com este tipo de arma pague fiança para ganhar liberdade.
“Isso foi muito importante porque o bandido que agora for flagrado com arma de uso restrito, a exemplo de um fuzil, terá que ficar preso. Isso foi um grande ganho para sociedade porque repercute diretamente na questão jurídica e paralelamente na segurança pública”, completou.
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