IMA investiga surgimento de cobras cascavéis em Maragogi; população está assustada
O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA/AL), junto com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), o Batalhão da Polícia Ambiental (BPA) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) estiveram em Maragogi, nessa quinta-feira (9), para verificar denúncias sobre o aparecimento de cobras venenosas na região.
As informações davam conta de uma possível criação e soltura irregular. A fiscalização aconteceu na residência da pessoa denunciada. Entretanto, não foi identificada nenhuma cobra, nem indícios de criação dos animais em questão.
Segundo informações de técnicos da Sesau, houve também o relato de que três pessoas teriam se acidentado e de que alguns animais teriam sido mortos pela população.
Diante disso, a Sesau organizou um ciclo de capacitação com os agentes de saúde do município, além de uma investigação junto às pessoas que foram acidentadas e a disponibilização de soro antiofídico no Hospital de Porto Calvo.
Segundo o gerente do setor de Fauna, Flora e Unidades de Conservação do IMA/AL, Epitácio Correia, a situação é incomum, porém não impossível de acontecer. “O aparecimento de uma quantidade significativa de cascavéis em um bioma que naturalmente não é o bioma de predileção da espécie não é comum. Isso é que está chamando a atenção”, diz.
Em Alagoas, as cobras cascavéis ocorrem mais comumente nas regiões da caatinga e no agreste. As investigações no município de Maragogi sobre o surgimento das cobras terão continuidade, junto com o Ibama, o BPA e em parceria com a Sesau, para que se possa encontrar uma solução para o problema.
As informações davam conta de uma possível criação e soltura irregular. A fiscalização aconteceu na residência da pessoa denunciada. Entretanto, não foi identificada nenhuma cobra, nem indícios de criação dos animais em questão.
Segundo informações de técnicos da Sesau, houve também o relato de que três pessoas teriam se acidentado e de que alguns animais teriam sido mortos pela população.
Diante disso, a Sesau organizou um ciclo de capacitação com os agentes de saúde do município, além de uma investigação junto às pessoas que foram acidentadas e a disponibilização de soro antiofídico no Hospital de Porto Calvo.
Segundo o gerente do setor de Fauna, Flora e Unidades de Conservação do IMA/AL, Epitácio Correia, a situação é incomum, porém não impossível de acontecer. “O aparecimento de uma quantidade significativa de cascavéis em um bioma que naturalmente não é o bioma de predileção da espécie não é comum. Isso é que está chamando a atenção”, diz.
Em Alagoas, as cobras cascavéis ocorrem mais comumente nas regiões da caatinga e no agreste. As investigações no município de Maragogi sobre o surgimento das cobras terão continuidade, junto com o Ibama, o BPA e em parceria com a Sesau, para que se possa encontrar uma solução para o problema.
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