Servidores técnicos da Ufal entram em greve por tempo indeterminado
Os servidores técnicos-administrativos da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) entraram em greve na manhã desta sexta-feira (10) por tempo indeterminado. A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação da universidade.
Eles cobram um ensino superior público, gratuito e de qualidade; a defesa dos hospitais universitários e da carreira dos Técnicos Administrativos em Educação (Taes); além da negociação salarial.os
De acordo com o coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Ufal (Sintufal), Davi Fonseca, o principal motivo para a greve foram os ataques aos serviços públicos feitos pelo governo de Michel Temer (PMDB).
"Os serviços públicos são essenciais para a população. Estamos sofrendo contigenciamento de recursos e aumento na privatização. O governo está com um verdadeiro pacote contra os serviços públicos, contra os servidores", explica Fonseca.
Nas reivindicações da categoria também estão a revogação do Programa de Demissão Voluntária (PDV), a defesa dos serviços públicos, e a negativa quanto ao aumento da contribuição previdenciária e a reforma trabalhista.
De acordo com assessoria de comunicação da Ufal, a decisão sobre a greve foi decidida em assembleia no dia 23 de outubro. Na última terça (7), houve uma outra reunião que confirmou o início da greve.
Eles cobram um ensino superior público, gratuito e de qualidade; a defesa dos hospitais universitários e da carreira dos Técnicos Administrativos em Educação (Taes); além da negociação salarial.os
De acordo com o coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Ufal (Sintufal), Davi Fonseca, o principal motivo para a greve foram os ataques aos serviços públicos feitos pelo governo de Michel Temer (PMDB).
"Os serviços públicos são essenciais para a população. Estamos sofrendo contigenciamento de recursos e aumento na privatização. O governo está com um verdadeiro pacote contra os serviços públicos, contra os servidores", explica Fonseca.
Nas reivindicações da categoria também estão a revogação do Programa de Demissão Voluntária (PDV), a defesa dos serviços públicos, e a negativa quanto ao aumento da contribuição previdenciária e a reforma trabalhista.
De acordo com assessoria de comunicação da Ufal, a decisão sobre a greve foi decidida em assembleia no dia 23 de outubro. Na última terça (7), houve uma outra reunião que confirmou o início da greve.
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