Renan diz que polícias trabalham para punir culpados de atentado em Batalha
O governador do estado, Renan Filho (PMDB), em entrevista à imprensa, na manhã desta sexta-feira (10), disse que as investigações serão intensificadas para se chegar aos responsáveis pelo atentado ocorrido ontem, no município de Batalha, Sertão de Alagoas.
Segundo o governador, o secretário de Segurança Pública, coronel Lima Júnior, deslocou-se ao município sertanejo, logo após os crimes, e o Batalhão de Operações Especiais (Bope) ocupou a cidade para evitar outros desdobramentos violentos. As duas entradas do município vêm sendo monitoradas.
"O Ministério Público enviou, hoje, uma força-tarefa em colaboração com a Secretaria de Segurança Pública. Entrei em contato, inclusive, com o presidente do Tribunal de Justiça", comentou Renan.
De acordo com o chefe do Executivo, as investigações acerca do atentado serão reforçadas, levando em conta o clima de instabilidade na região e a repercussão do caso. "Nós vamos investigar profundamente para punir os culpados, porque esse é o papel do Estado, além de resgatar a serenidade no município e a responsabilidade institucional depois de um episódio desta natureza. Esta é a Alagoas que a gente tem que tocar para frente, sem possibilitar que episódios como esses saiam impunes, de maneira que quem praticou será responsabilizado", destacou o governador.
CLIMA DE INSEGURANÇA
Apesar do reforço no policiamento, o clima de insegurança tomou conta dos moradores de Batalha. Quem circulou hoje pelas ruas do município sertanejo se deparou com ruas praticamente desertas e com pessoas amedrontadas com a onda de violência registrada na cidade, ontem à tarde.
Ao contrário do que aconteceu nessa quinta, quando muitos lojistas decidiram fechar seus estabelecimentos após a morte do vereador Adelmo Rodrigues de Melo e o atentado contra o agropecuarista José Emílio, o comércio voltou a funcionar normalmente. No entanto, com um movimento abaixo do esperado.
Segundo o governador, o secretário de Segurança Pública, coronel Lima Júnior, deslocou-se ao município sertanejo, logo após os crimes, e o Batalhão de Operações Especiais (Bope) ocupou a cidade para evitar outros desdobramentos violentos. As duas entradas do município vêm sendo monitoradas.
"O Ministério Público enviou, hoje, uma força-tarefa em colaboração com a Secretaria de Segurança Pública. Entrei em contato, inclusive, com o presidente do Tribunal de Justiça", comentou Renan.
De acordo com o chefe do Executivo, as investigações acerca do atentado serão reforçadas, levando em conta o clima de instabilidade na região e a repercussão do caso. "Nós vamos investigar profundamente para punir os culpados, porque esse é o papel do Estado, além de resgatar a serenidade no município e a responsabilidade institucional depois de um episódio desta natureza. Esta é a Alagoas que a gente tem que tocar para frente, sem possibilitar que episódios como esses saiam impunes, de maneira que quem praticou será responsabilizado", destacou o governador.
CLIMA DE INSEGURANÇA
Apesar do reforço no policiamento, o clima de insegurança tomou conta dos moradores de Batalha. Quem circulou hoje pelas ruas do município sertanejo se deparou com ruas praticamente desertas e com pessoas amedrontadas com a onda de violência registrada na cidade, ontem à tarde.
Ao contrário do que aconteceu nessa quinta, quando muitos lojistas decidiram fechar seus estabelecimentos após a morte do vereador Adelmo Rodrigues de Melo e o atentado contra o agropecuarista José Emílio, o comércio voltou a funcionar normalmente. No entanto, com um movimento abaixo do esperado.
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