Alagoas registra o 18º assassinato de homossexual este ano
O assassinato de Genaldo dos Santos ocorrido durante a madrugada desta quinta-feira (02) revela uma realidade combatida há anos por homossexuais, travestis e transexs em Alagoas. Este é o 18º caso registrado somente este ano no estado e que está bem próximo de ultrapassar os números de 2016, quando foram registradas 21 mortes. No país já foram registrados 344 casos.
De acordo o presidente do Grupo Gay de Alagoas, Nildo Correia, os homossexuais, transsexuais e travestis vivem um momento de insegurança em Alagoas e que diversas reuniões foram realizadas na Secretaria de Segurança Pública (SSP), cobrando medidas de segurança.
"Infelizmente vivemos um momento de insegurança, quebra de direitos, e tudo isso contribui com esse desencadeamento da violência. Mas independente de ser mais um crime homofóbico ou não, o grupo Gay de Alagoas cobrará a elucidação do caso. Até a nossa última contagem, menos da metade teria sido solucionado", disse Nildo Correia.
Nildo reforçou o pedido que fez à Secretaria de Estado da Mulher e dos Direitos Humanos (Semudh), para a reativação do Grupo de Trabalho de Segurança Pública, que tem como objetivo monitorar os assassinatos - homofóbicos ou não - como também propor medidas de prevenção.
"Na oportunidade pedimos a ajuda da secretária Cláudia Simões, no sentido de reativar o GT. Ela mesma se prontificou em nos acompanhar até a SSP para cobrar ao secretário a reativação do GT", concluiu Nildo.
O CASO
Genaldo dos Santos foi assassinado com golpes de arma branca em um terreno próximo à casa em que morava. De acordo com informações repassadas por testemunhas, ele apresentava perfurações no pescoço.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas a vítima não resistiu aos ferimentos. A polícia foi acionada, mas nenhum suspeito de ligação com o crime foi localizado.
De acordo o presidente do Grupo Gay de Alagoas, Nildo Correia, os homossexuais, transsexuais e travestis vivem um momento de insegurança em Alagoas e que diversas reuniões foram realizadas na Secretaria de Segurança Pública (SSP), cobrando medidas de segurança.
"Infelizmente vivemos um momento de insegurança, quebra de direitos, e tudo isso contribui com esse desencadeamento da violência. Mas independente de ser mais um crime homofóbico ou não, o grupo Gay de Alagoas cobrará a elucidação do caso. Até a nossa última contagem, menos da metade teria sido solucionado", disse Nildo Correia.
Nildo reforçou o pedido que fez à Secretaria de Estado da Mulher e dos Direitos Humanos (Semudh), para a reativação do Grupo de Trabalho de Segurança Pública, que tem como objetivo monitorar os assassinatos - homofóbicos ou não - como também propor medidas de prevenção.
"Na oportunidade pedimos a ajuda da secretária Cláudia Simões, no sentido de reativar o GT. Ela mesma se prontificou em nos acompanhar até a SSP para cobrar ao secretário a reativação do GT", concluiu Nildo.
O CASO
Genaldo dos Santos foi assassinado com golpes de arma branca em um terreno próximo à casa em que morava. De acordo com informações repassadas por testemunhas, ele apresentava perfurações no pescoço.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas a vítima não resistiu aos ferimentos. A polícia foi acionada, mas nenhum suspeito de ligação com o crime foi localizado.
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