Candidatos denunciam irregularidade em prova no concurso para o CBM
Candidatos que fizeram provas na tarde deste sábado para o concurso do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), ao cargo de oficial combatente, denuncia irregularidade na aplicação da prova da redação. O fato teria ocorrido em salas da Escola Moreira e Silva, no Cepa, parte alta de Maceió, mas há informações de que o mesmo episódio havia acontecido em outros locais como a Faculdade Raimundo Marinho e o Colégio Integração, na Pajuçara.
De acordo com um dos candidatos que se sentiu lesado, as provas objetivas e discursiva foram entregues normalmente, dentro do determinado à aplicação, mas o problema surgiu após notarem que havia o papel para rascunho, folha oficial para a redação, com todos os dados do concorrente identificados, mas sem constar o tema.
"Faltando pouco mais de duas horas para o encerramento das provas é que chegaram com o tema da redação, que foi entregue aos candidatos em folhas avulsas, já trazidas pelos responsáveis pela aplicação, sem envelopes, sem lacres, sem que ninguém tivesse visto a abertura. Me sinto lesado. Vou entrar com recurso. Eu gosto de começar pela redação. A gente reclamou e disseram que deveríamos fazer isso no site da empresa que realizou o concurso", declarou um dos candidatos. Ele pediu para não ser identificado, pelo fato de já fazer parte da corporação militar.
No site da Cespe, empresa ligada à Universidade de Brasília e responsável pela realização do concurso, não havia até este sábado espaço destinado a reclamações ou denúncias de irregularidades para candidatos.
A redação teve como tema a cultura do ódio na sociedade e teve que ser elaborada a partir de um texto. Os candidatos tiveram 4h30 para responderem as provas para o concurso do CBM. De acordo com a Cespe, para o cargo de oficial combatente são ofertadas 10 vagas - a concorrência foi de 337,10 candidatos por vaga. Já para soldado combatente são 140 vagas em disputa e uma concorrência de 57,92 candidatos por vaga. Conforme o edital, a segunda etapa do concurso compreende a avaliação médica e teste físicos e a terceira e última fase a comprovação documental e investigação social dos aprovados.
De acordo com um dos candidatos que se sentiu lesado, as provas objetivas e discursiva foram entregues normalmente, dentro do determinado à aplicação, mas o problema surgiu após notarem que havia o papel para rascunho, folha oficial para a redação, com todos os dados do concorrente identificados, mas sem constar o tema.
"Faltando pouco mais de duas horas para o encerramento das provas é que chegaram com o tema da redação, que foi entregue aos candidatos em folhas avulsas, já trazidas pelos responsáveis pela aplicação, sem envelopes, sem lacres, sem que ninguém tivesse visto a abertura. Me sinto lesado. Vou entrar com recurso. Eu gosto de começar pela redação. A gente reclamou e disseram que deveríamos fazer isso no site da empresa que realizou o concurso", declarou um dos candidatos. Ele pediu para não ser identificado, pelo fato de já fazer parte da corporação militar.
No site da Cespe, empresa ligada à Universidade de Brasília e responsável pela realização do concurso, não havia até este sábado espaço destinado a reclamações ou denúncias de irregularidades para candidatos.
A redação teve como tema a cultura do ódio na sociedade e teve que ser elaborada a partir de um texto. Os candidatos tiveram 4h30 para responderem as provas para o concurso do CBM. De acordo com a Cespe, para o cargo de oficial combatente são ofertadas 10 vagas - a concorrência foi de 337,10 candidatos por vaga. Já para soldado combatente são 140 vagas em disputa e uma concorrência de 57,92 candidatos por vaga. Conforme o edital, a segunda etapa do concurso compreende a avaliação médica e teste físicos e a terceira e última fase a comprovação documental e investigação social dos aprovados.
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