Árvore Arapiraca: frutos que geram acolhimento, prosperidade e desenvolvimento
A árvore Arapiraca é o símbolo singular da segunda maior cidade de Alagoas. A história que se confunde com o tempo nos leva a viver o passado no presente.
Nesta segunda-feira, 30 de outubro, a Capital do Agreste, a cidade do fumo, completará 93 anos de emancipação política e festejará sua independência.
Como disse seu mais nobre desbravador, o agricultor, historiador e um dos filhos mais ilustres vindo de outras terras, Manoel André, chegou por aqui e logo se aconchegou debaixo de uma Arapiraca.
“Essa Arapiraca, por enquanto, é a minha casa”. Frase do desbravador, que no século XIX, em 1848, eternizou a árvore como símbolo pioneiro de uma cidade que surgiu, cresceu e prosperou gerando bons frutos de acolhimento, prosperidade e desenvolvimento social e econômico no interior de Alagoas.
Arapiraca, tornou-se conhecida mundialmente pela cultura do fumo, que gerou riquezas para sua gente a partir da década de 1970. Dos agricultores que se transformaram em empresários às famílias que se sustentaram com o cultivo da plantação do fumo.
Uma espécie nativa
A árvore Arapiraca que acolheu Manoel André, quando deitou sobre sua sombra para se alimentar e descansar do trabalho sob sol forte é da família da Leguminosas Mimosáceas (Piteodolobim), uma espécie de angico-branco, nativa no Agreste e no Sertão de Alagoas.
Referências sobre a história da árvore e da própria cidade são encontradas hoje em sites, portais, blogues, revistas e livros. Mas, o que relata a história de forma peculiar é ainda o livro “Arapiraca através do tempo”, do pesquisador e historiador Zezito Guedes.
Nesta segunda-feira, 30 de outubro, a Capital do Agreste, a cidade do fumo, completará 93 anos de emancipação política e festejará sua independência.
Como disse seu mais nobre desbravador, o agricultor, historiador e um dos filhos mais ilustres vindo de outras terras, Manoel André, chegou por aqui e logo se aconchegou debaixo de uma Arapiraca.
“Essa Arapiraca, por enquanto, é a minha casa”. Frase do desbravador, que no século XIX, em 1848, eternizou a árvore como símbolo pioneiro de uma cidade que surgiu, cresceu e prosperou gerando bons frutos de acolhimento, prosperidade e desenvolvimento social e econômico no interior de Alagoas.
Arapiraca, tornou-se conhecida mundialmente pela cultura do fumo, que gerou riquezas para sua gente a partir da década de 1970. Dos agricultores que se transformaram em empresários às famílias que se sustentaram com o cultivo da plantação do fumo.
Uma espécie nativa
A árvore Arapiraca que acolheu Manoel André, quando deitou sobre sua sombra para se alimentar e descansar do trabalho sob sol forte é da família da Leguminosas Mimosáceas (Piteodolobim), uma espécie de angico-branco, nativa no Agreste e no Sertão de Alagoas.
Referências sobre a história da árvore e da própria cidade são encontradas hoje em sites, portais, blogues, revistas e livros. Mas, o que relata a história de forma peculiar é ainda o livro “Arapiraca através do tempo”, do pesquisador e historiador Zezito Guedes.
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