Sem acordo, agentes projetam terceira semana sem visitas nos presídios
Os agentes penitenciários de Alagoas seguem a cobrar uma resposta do governo estadual sobre uma série de reivindicações apresentadas pela categoria, a fim de retomarem, ou não, as visitas de familiares a reeducandos do sistema prisional.
E a suspensão das visitas, caso o governo não retome o diálogo com os agentes, pode entrar já na terceira semana. Os servidores pedem o cumprimento de um antigo acordo que, segundo eles, foi desfeito a partir do momento em que a Secretaria do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) resolvera modificar o projeto original.
Ainda segundo os agentes, a suspensão das visitas e da destranca dos presos - quando são impedidos de tomar banho de sol, por exemplo - é justificada pela falta de estrutura e das condições de trabalho.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Alagoas (Sindapen/AL), Kleyton Anderson Bertoldo, caso o governo estadual não se posicione diante das demandas da categoria, há a possibilidade que as visitas serem novamente suspensas no próximo final de semana.
Na sexta-feira (21), o governo chegou a apresentar uma contraproposta, já rejeitada em assembleia dos agentes, sob o argumento de que a mesma vai de encontro a pontos já acordados entre as partes. Contudo, o presidente da entidade reforça seguir com o diálogo, a fim de que se chegue a uma solução para o impasse.
"A contraproposta não garante aos agentes os valores relativos ao resíduo de uma bolsa prometida aos trabalhadores", disse o sindicalista, acrescentando que, em consequência do impasse, as unidades prisionais, já superlotadas, não mais receberão novos presos durante a mobilização dos agentes.
O sindicato destaca também que, caso a polícia seja acionada para realizar os procedimentos suspensos, "a instituição é quem irá se responsabilizar sobre o que vier a ocorrer no sistema".
Por meio de sua assessoria, a Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris) explicou que vem trabalhando para garantir a visita dos familiares ao presos, ainda a apostar "no diálogo entre SEPLAG e servidores" para sanar o problema.
Protesto contra agressões
No começo da tarde desta segunda-feira, mulheres de reeducandos denunciaram que os presos estão sendo vítimas de maus-tratos nas unidades prisionais. Os crimes estariam sendo praticados por agentes penitenciários, bem como elas estariam sendo vítimas de preconceitos por ataques verbais dos servidores. A manifestação aconteceu à porta do Palácio República dos Palmares e se deu de forma pacifica.
Apesar das acusações das mulheres, os agentes penitenciários negaram todas as acuações e asseguraram que estão ofertando um tratamento digno dentro da realidade de cada unidade.
E a suspensão das visitas, caso o governo não retome o diálogo com os agentes, pode entrar já na terceira semana. Os servidores pedem o cumprimento de um antigo acordo que, segundo eles, foi desfeito a partir do momento em que a Secretaria do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) resolvera modificar o projeto original.
Ainda segundo os agentes, a suspensão das visitas e da destranca dos presos - quando são impedidos de tomar banho de sol, por exemplo - é justificada pela falta de estrutura e das condições de trabalho.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Alagoas (Sindapen/AL), Kleyton Anderson Bertoldo, caso o governo estadual não se posicione diante das demandas da categoria, há a possibilidade que as visitas serem novamente suspensas no próximo final de semana.
Na sexta-feira (21), o governo chegou a apresentar uma contraproposta, já rejeitada em assembleia dos agentes, sob o argumento de que a mesma vai de encontro a pontos já acordados entre as partes. Contudo, o presidente da entidade reforça seguir com o diálogo, a fim de que se chegue a uma solução para o impasse.
"A contraproposta não garante aos agentes os valores relativos ao resíduo de uma bolsa prometida aos trabalhadores", disse o sindicalista, acrescentando que, em consequência do impasse, as unidades prisionais, já superlotadas, não mais receberão novos presos durante a mobilização dos agentes.
O sindicato destaca também que, caso a polícia seja acionada para realizar os procedimentos suspensos, "a instituição é quem irá se responsabilizar sobre o que vier a ocorrer no sistema".
Por meio de sua assessoria, a Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris) explicou que vem trabalhando para garantir a visita dos familiares ao presos, ainda a apostar "no diálogo entre SEPLAG e servidores" para sanar o problema.
Protesto contra agressões
No começo da tarde desta segunda-feira, mulheres de reeducandos denunciaram que os presos estão sendo vítimas de maus-tratos nas unidades prisionais. Os crimes estariam sendo praticados por agentes penitenciários, bem como elas estariam sendo vítimas de preconceitos por ataques verbais dos servidores. A manifestação aconteceu à porta do Palácio República dos Palmares e se deu de forma pacifica.
Apesar das acusações das mulheres, os agentes penitenciários negaram todas as acuações e asseguraram que estão ofertando um tratamento digno dentro da realidade de cada unidade.
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