Perícia de Alagoas confirma suicídio da filha de delegado da PF, Márcia Rodrigues
A Perícia Oficial de Alagoas divulgou nesta quinta-feira (19) o resultado do exame que comprova que Márcia Rodrigues cometeu suicídio atirando contra si mesma. Ela era filha do delegado aposentado da Polícia Federal Milton Omena Farias, morto pelo neto que suspeitava de que ele havia assassinado a mãe.
De acordo com a perícia, no exame residuográfico realizado no Instituto Nacional de Criminalística em Brasília, foi identificada uma elevada quantidade de resíduos característicos e indicativos de disparo de arma de fogo em Márcia Rodrigues.
O laudo aponta ainda centenas de resíduos, tanto na mão esquerda, como na mão direita da jornalista, confirmando a tese de suicídio apresentada no inquérito da Polícia Civil.
Já nas amostras coletadas pelo perito no pai da vítima, o delegado aposentado, o resultado deu negativo. O laudo completo com todas as informações foi encaminhado para a Delegacia de Homicídios da Capital, responsável pela investigação do caso.
O perito-geral Manoel Melo explicou que neste caso foram necessários exames complementares. "O resultado do exame residuográfico é corolário de uma teoria da boa doutrina criminalística que diz que, só pode existir uma verdade material para os fenômenos naturais. Não se importa o método que se utilize para alcança-lo”, afirmou o perito geral.
De acordo com a perícia, no exame residuográfico realizado no Instituto Nacional de Criminalística em Brasília, foi identificada uma elevada quantidade de resíduos característicos e indicativos de disparo de arma de fogo em Márcia Rodrigues.
O laudo aponta ainda centenas de resíduos, tanto na mão esquerda, como na mão direita da jornalista, confirmando a tese de suicídio apresentada no inquérito da Polícia Civil.
Já nas amostras coletadas pelo perito no pai da vítima, o delegado aposentado, o resultado deu negativo. O laudo completo com todas as informações foi encaminhado para a Delegacia de Homicídios da Capital, responsável pela investigação do caso.
O perito-geral Manoel Melo explicou que neste caso foram necessários exames complementares. "O resultado do exame residuográfico é corolário de uma teoria da boa doutrina criminalística que diz que, só pode existir uma verdade material para os fenômenos naturais. Não se importa o método que se utilize para alcança-lo”, afirmou o perito geral.
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