Otávio Cardoso ainda não foi transferido para o sistema prisional, diz Seris
Principal acusado da morte da universitária Bárbara Regina, em 2011, Otávio Cardoso ainda não foi transferido para o sistema prisional, segundo confirmou a assessoria da Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris), na tarde desta sexta-feira (13). Ele segue detido na sede da Divisão Especial de Investigações e Capturas (Deic), no bairro Santa Amélia, parte alta da capital.
De acordo com a assessoria da Seris, a não transferência do preso não tem ligação com a paralisação dos agentes penitenciários que acontece neste final de semana. Segundo a assessoria, a entrada e saída de presos é feita somente durante a semana, destacando que a suspensão se refere apenas às visitas aos reeducandos.
Otávio era considerado foragido e foi preso no estado do Mato Grosso no início deste mês, durante abordagem da PM, quando conduzia um veículo com queixa de roubo. Ele foi transferido para Maceió na última terça-feira (10). Já no dia seguinte, foi ouvido pelo delegado Fábio Costa, diretor da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que concedeu entrevista coletiva à imprensa, destacando as contradições contidas em seu depoimento.
Segundo o delegado, Otávio contou que apenas deu uma carona à vítima a pedido da mesma, deixando-a em um local na orla marítima de Maceió. E apesar de o delegado ter apresentado elementos que comprovariam a participação dele no crime, Otávio não revelou nada que pudesse levar a polícia ao desfecho do caso.
No entanto, Fábio Costa assegurou que tudo leva a crer que Otávio Cardoso será condenado pelo crime de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
De acordo com a assessoria da Seris, a não transferência do preso não tem ligação com a paralisação dos agentes penitenciários que acontece neste final de semana. Segundo a assessoria, a entrada e saída de presos é feita somente durante a semana, destacando que a suspensão se refere apenas às visitas aos reeducandos.
Otávio era considerado foragido e foi preso no estado do Mato Grosso no início deste mês, durante abordagem da PM, quando conduzia um veículo com queixa de roubo. Ele foi transferido para Maceió na última terça-feira (10). Já no dia seguinte, foi ouvido pelo delegado Fábio Costa, diretor da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que concedeu entrevista coletiva à imprensa, destacando as contradições contidas em seu depoimento.
Segundo o delegado, Otávio contou que apenas deu uma carona à vítima a pedido da mesma, deixando-a em um local na orla marítima de Maceió. E apesar de o delegado ter apresentado elementos que comprovariam a participação dele no crime, Otávio não revelou nada que pudesse levar a polícia ao desfecho do caso.
No entanto, Fábio Costa assegurou que tudo leva a crer que Otávio Cardoso será condenado pelo crime de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
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