MPE pedirá condenação de Mirella Graconato em julgamento que acontece nesta quarta
Acusada de ser a autora intelectual do assassinato da estudante Giovanna Tenório, a empresária Mirella Granconato Ricciardi vai a júri popular na manhã desta quarta-feira (11). O Ministério Público Estadual de Alagoas (MPE/AL), que será representado pelo promotor de Justiça Antônio Villas Boas, sustentará a tese de homicídio duplamente qualificado, praticado com requintes de crueldade. A sessão acontecerá no Fórum da Capital, localizado no Barro Duro, em Maceió, a partir das 8h, e será presidida pelo juiz John Silas da Silva.
Além de assassinato, a acusada Mirella Granconato também responde pelo crime de ocultação de cadáver. A motivação do crime teria sido o envolvimento da vítima com o marido da ré, Antônio de Pádua Bandeira. “Mostraremos, com detalhes, qual foi a participação da Mirella nesse homicídio. E demonstraremos como foi que ela planejou o crime, unicamente tramado por motivo de vingança, já que Giovanna Tenório tinha uma aproximação com o Antônio de Pádua. Da mesma maneira que na semana passada, quando conseguimos a condenação do caminhoneiro Luiz Alberto Bernardino da Silva pela autoria material do assassinato, também vamos provar e convencer o Conselho de Sentença a condenar a mulher que arquitetou o plano para tirar a vida da Giovanna”, declarou Antônio Vilas Boas.
O promotor também ressaltou quais são as qualificadoras do crime imputado à Mirella: uso de meio que dificultou a defesa da vítima, uma vez que ela foi sequestrada numa espécie de emboscada quando voltava da faculdade, e o emprego de asfixia. “Esse crime foi praticado com crueldade. Uma pessoa que morre asfixiada sofre muito. Sabemos que Mirella não praticou o homicídio com suas próprias mãos, mas estamos falando das circunstâncias objetivas do caso. Ela foi a mandante e, portanto, tais qualificadoras se transmitem”, argumentou o membro do MPE/AL.
Primeira condenação
O caminhoneiro Luiz Alberto Bernardino da Silva, executor do assassinato, já foi condenado a 29 anos de prisão por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e furto simples, já que o celular da vítima foi encontrado com ele.
Entenda o caso
A universitária Giovanna Tenório desapareceu em 2 de junho de 2011, próximo à faculdade onde estudava fisioterapia, no bairro do Farol. Ao sair da aula, disse para colegas de turma que almoçaria com um amigo. Logo depois, câmaras de vigilância flagraram a estudante sendo colocada à força dentro de um veículo. O corpo da vítima foi encontrado dias depois, em um canavial entre os municípios de Rio Largo e Messias.
Além de assassinato, a acusada Mirella Granconato também responde pelo crime de ocultação de cadáver. A motivação do crime teria sido o envolvimento da vítima com o marido da ré, Antônio de Pádua Bandeira. “Mostraremos, com detalhes, qual foi a participação da Mirella nesse homicídio. E demonstraremos como foi que ela planejou o crime, unicamente tramado por motivo de vingança, já que Giovanna Tenório tinha uma aproximação com o Antônio de Pádua. Da mesma maneira que na semana passada, quando conseguimos a condenação do caminhoneiro Luiz Alberto Bernardino da Silva pela autoria material do assassinato, também vamos provar e convencer o Conselho de Sentença a condenar a mulher que arquitetou o plano para tirar a vida da Giovanna”, declarou Antônio Vilas Boas.
O promotor também ressaltou quais são as qualificadoras do crime imputado à Mirella: uso de meio que dificultou a defesa da vítima, uma vez que ela foi sequestrada numa espécie de emboscada quando voltava da faculdade, e o emprego de asfixia. “Esse crime foi praticado com crueldade. Uma pessoa que morre asfixiada sofre muito. Sabemos que Mirella não praticou o homicídio com suas próprias mãos, mas estamos falando das circunstâncias objetivas do caso. Ela foi a mandante e, portanto, tais qualificadoras se transmitem”, argumentou o membro do MPE/AL.
Primeira condenação
O caminhoneiro Luiz Alberto Bernardino da Silva, executor do assassinato, já foi condenado a 29 anos de prisão por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e furto simples, já que o celular da vítima foi encontrado com ele.
Entenda o caso
A universitária Giovanna Tenório desapareceu em 2 de junho de 2011, próximo à faculdade onde estudava fisioterapia, no bairro do Farol. Ao sair da aula, disse para colegas de turma que almoçaria com um amigo. Logo depois, câmaras de vigilância flagraram a estudante sendo colocada à força dentro de um veículo. O corpo da vítima foi encontrado dias depois, em um canavial entre os municípios de Rio Largo e Messias.
Últimas Notícias
Polícia
"Não se meta nas eleições no Brasil", diz Lula a Trump
Maceió
R$ 14,8 milhões apenas com artistas colocam São João de Maceió na mira do TCE
Cidades
MP determina investigação sobre denúncia de abuso sexual contra criança de 7 anos no interior de Alagoas
Esporte
Seleção Brasileira passa por teste antidoping surpresa
Política
Governo de AL antecipa pagamento de salários dos servidores em junho; veja data
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Inauguração do Centro de Convenções de Arapiraca
TV JÁ É
Grupo Coringa monta tradicional barraca no Partage Arapiraca
TV JÁ É
Projeto Raízes de Arapiraca lança sua 23ª edição no Partage Shopping
TV JÁ É

