Acusada de mandar matar alagoana por ciúmes vai a júri popular na quarta-feira
Mirella Ganconato Ricciardi, acusada de ser mandante do assassinato da universitária Giovanna Tenório em 2011, vai a juri popular na próxima quarta-feira (11). A sessão acontecerá no Fórum da Capital, localizado no Barro Duro, em Maceió, e será conduzida pelo juiz John Silas da Silva, titular da 8ª Vara Criminal.
A motivação do crime teria sido um envolvimento da jovem com o marido de Mirella, Antônio de Pádua Bandeira.
De acordo com o Tribunal de Justiça (TJ), em interrogatório, Mirella chegou a confirmar que havia feito ameaças à vítima por meio de ligações e mensagens de texto, mas nega a autoria do crime.
Ainda segundo o TJ, Bandeira não é acusado no processo. Ele chegou a ser preso preventivamente, mas nunca foi denunciado pelo Ministério Público do Estado nem indiciado pela polícia.
O caminhoneiro Luiz Alberto Bernardino da Silva, o executor do assassinato, já foi condenado a 29 anos de prisão por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e furto simples.
Relembre o caso
A universitária desapareceu em 2 de junho de 2011, próximo à faculdade onde estudava fisioterapia, no bairro do Farol. Ela iria ao encontro de um amigo, em um restaurante. O corpo da vítima foi encontrado dias depois, em um canavial entre os municípios de Rio Largo e Messias
A motivação do crime teria sido um envolvimento da jovem com o marido de Mirella, Antônio de Pádua Bandeira.
De acordo com o Tribunal de Justiça (TJ), em interrogatório, Mirella chegou a confirmar que havia feito ameaças à vítima por meio de ligações e mensagens de texto, mas nega a autoria do crime.
Ainda segundo o TJ, Bandeira não é acusado no processo. Ele chegou a ser preso preventivamente, mas nunca foi denunciado pelo Ministério Público do Estado nem indiciado pela polícia.
O caminhoneiro Luiz Alberto Bernardino da Silva, o executor do assassinato, já foi condenado a 29 anos de prisão por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e furto simples.
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A universitária desapareceu em 2 de junho de 2011, próximo à faculdade onde estudava fisioterapia, no bairro do Farol. Ela iria ao encontro de um amigo, em um restaurante. O corpo da vítima foi encontrado dias depois, em um canavial entre os municípios de Rio Largo e Messias
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