Pai de Guilherme Brandão se envolve em confusão dentro de padaria
O pai de Guilherme Brandão, empresário assassinado em 2014, é suspeito de causar uma confusão em uma padaria situada no município de Paripueira, Litoral Norte do estado. Em um vídeo encaminhado à Gazetaweb, Eutímio Brandão deixa o estabelecimento levando um pacote de pão de forma sem pagar pelo produto.
Pelas imagens, Eutímio grita com uma mulher aparentando ser proprietária da padaria, dizendo ser delegado da Polícia Federal (PF). Ele afirma que o local estava aberto, mas a dona fala que se encontrava no horário de almoço e o estabelecimento, por sua vez, estava fechado, o que impossibilitaria a entrada do cliente.
"Sou eu, Brandão, delegado da Polícia Federal. Me diga agora, aí, o que é que vai fazer?", diz Eutímio. A comerciante diz que é abuso de autoridade e que tem câmeras que podem confirmar que a padaria estava fechada no momento.
E o vídeo continua com a narração da mulher. "Ele está insinuando que a padaria estava aberta. Estamos no horário de almoço e ele está querendo se achar o dono. Pronto, está saindo com o pão na mão", relata a comerciante, fazendo menção ao fato de Eutímio não ter pago pelo produto levado.
As imagens revelam que, em todo o momento, Eutímio se exalta, rebate as declarações da dona do estabelecimento e faz xingamentos. "Você se acha autoridade, mas não é porra nenhuma. A padaria estava aberta. Está conversando! Vá para merda!".
A reportagem tentou contato com a Delegacia de Paripueira e os agentes informaram que as equipes tiveram acesso ao vídeo, através das redes sociais, mas que ninguém apareceu no local para noticiar o fato a ser confeccionado por meio de um Boletim de Ocorrência (BO).
CASO GUILHERME BRANDÃO
Eutímio é pai de Guilherme Brandão, assassinado no dia 26 de fevereiro de 2014, com um tiro na cabeça, na sala da Gerência Financeira do Maikai, localizado no bairro da Jatiúca, em Maceió. Segundo o inquérito policial, Marcelo Carnaúba atirou com arma de fogo contra o empresário para que ele não descobrisse o desvio de dinheiro que havia feito.
A hipótese de latrocínio - roubo seguido de morte - ainda chegou a ser cogitada, mas foi derrubada após a confissão do réu, que alegou que estava se desentendendo com a vítima. Após a confissão, ele entregou a arma utilizada no crime, que chocou alagoanos e até artistas nacionais.
Pelas imagens, Eutímio grita com uma mulher aparentando ser proprietária da padaria, dizendo ser delegado da Polícia Federal (PF). Ele afirma que o local estava aberto, mas a dona fala que se encontrava no horário de almoço e o estabelecimento, por sua vez, estava fechado, o que impossibilitaria a entrada do cliente.
"Sou eu, Brandão, delegado da Polícia Federal. Me diga agora, aí, o que é que vai fazer?", diz Eutímio. A comerciante diz que é abuso de autoridade e que tem câmeras que podem confirmar que a padaria estava fechada no momento.
E o vídeo continua com a narração da mulher. "Ele está insinuando que a padaria estava aberta. Estamos no horário de almoço e ele está querendo se achar o dono. Pronto, está saindo com o pão na mão", relata a comerciante, fazendo menção ao fato de Eutímio não ter pago pelo produto levado.
As imagens revelam que, em todo o momento, Eutímio se exalta, rebate as declarações da dona do estabelecimento e faz xingamentos. "Você se acha autoridade, mas não é porra nenhuma. A padaria estava aberta. Está conversando! Vá para merda!".
A reportagem tentou contato com a Delegacia de Paripueira e os agentes informaram que as equipes tiveram acesso ao vídeo, através das redes sociais, mas que ninguém apareceu no local para noticiar o fato a ser confeccionado por meio de um Boletim de Ocorrência (BO).
CASO GUILHERME BRANDÃO
Eutímio é pai de Guilherme Brandão, assassinado no dia 26 de fevereiro de 2014, com um tiro na cabeça, na sala da Gerência Financeira do Maikai, localizado no bairro da Jatiúca, em Maceió. Segundo o inquérito policial, Marcelo Carnaúba atirou com arma de fogo contra o empresário para que ele não descobrisse o desvio de dinheiro que havia feito.
A hipótese de latrocínio - roubo seguido de morte - ainda chegou a ser cogitada, mas foi derrubada após a confissão do réu, que alegou que estava se desentendendo com a vítima. Após a confissão, ele entregou a arma utilizada no crime, que chocou alagoanos e até artistas nacionais.
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