Após governo pedir reforços das Forças Armadas, secretário diz que ‘o Rio não está em guerra’
O secretário de Segurança do Rio, Roberto Sá, afirmou nesta sexta (22) que "o Rio não está em guerra". No fim da manhã, o governo pediu reforço das Forças Armadas para cercar a favela da Rocinha após confrontos com criminosos.
"O Rio não está em guerra. O Rio tem uma situação de violência urbana difícil como no resto do Brasil", disse Sá, alegando que topografia e o uso de armamento pesado pelos bandidos dificultam o trabalho da polícia no estado.
O secretário pediu que a população mantenha sua rotina e disse que turistas e cariocas não devem deixar de ir ao Rock in Rio por causa dos conflitos -a Rocinha fica na ligação entre a zona Sul e a Barra da Tijuca, na zona Oeste, onde está sendo realizado o festival.
A operação desta sexta foi a primeira desde o dia 21 de agosto. Neste período, houve demonstrações públicas de desentendimentos entre os governos estadual e federal.
A atuação do governo estadual diante dos últimos foi criticada nesta sexta pela Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) e da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). "O Rio não pode ficar à mercê de vaidades e orgulhos feridos de autoridades públicas. As últimas horas escancaram o sentido de urgência de uma ação coordenada no estado", afirmou, em nota, a Firjan.
"A escalada da violência no Rio é consequência direta da inexistência de um Plano de Segurança Pública no Estado e da insistência em soluções provisórias, que tentam apenas apagar incêndios, sem qualquer coordenação", disse o presidente da OAB/RJ, Felipe Santa Cruz.
Em evento pela manhã, o governador alegou que a crise financeira tem efeitos sobre as forças de segurança do Estado. "Perdemos em combate ou por aposentadoria 1.800 a 2.000 policiais por ano. Como é que repõe isso?", disse o governador.
Sá concedeu entrevista coletiva ao lado do chefe do Estado Maior das Forças Armadas, Roberto Rossatto. Os dois negaram divergências na parceria iniciada no fim de julho, quando o presidente Temer autorizou as Forças Armadas a atuarem no Rio.
Ele alegou que a polícia costuma fazer sempre o primeiro embate e, se necessário chama reforço. "Foi isso o que aconteceu", afirmou.
Um pouco antes da entrevista de Sá, o governo estadual havia divulgado nota defendendo o secretário -que, segundo o texto, "tem sido incansável no cumprimento do dever".
"O Rio não está em guerra. O Rio tem uma situação de violência urbana difícil como no resto do Brasil", disse Sá, alegando que topografia e o uso de armamento pesado pelos bandidos dificultam o trabalho da polícia no estado.
O secretário pediu que a população mantenha sua rotina e disse que turistas e cariocas não devem deixar de ir ao Rock in Rio por causa dos conflitos -a Rocinha fica na ligação entre a zona Sul e a Barra da Tijuca, na zona Oeste, onde está sendo realizado o festival.
A operação desta sexta foi a primeira desde o dia 21 de agosto. Neste período, houve demonstrações públicas de desentendimentos entre os governos estadual e federal.
A atuação do governo estadual diante dos últimos foi criticada nesta sexta pela Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) e da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). "O Rio não pode ficar à mercê de vaidades e orgulhos feridos de autoridades públicas. As últimas horas escancaram o sentido de urgência de uma ação coordenada no estado", afirmou, em nota, a Firjan.
"A escalada da violência no Rio é consequência direta da inexistência de um Plano de Segurança Pública no Estado e da insistência em soluções provisórias, que tentam apenas apagar incêndios, sem qualquer coordenação", disse o presidente da OAB/RJ, Felipe Santa Cruz.
Em evento pela manhã, o governador alegou que a crise financeira tem efeitos sobre as forças de segurança do Estado. "Perdemos em combate ou por aposentadoria 1.800 a 2.000 policiais por ano. Como é que repõe isso?", disse o governador.
Sá concedeu entrevista coletiva ao lado do chefe do Estado Maior das Forças Armadas, Roberto Rossatto. Os dois negaram divergências na parceria iniciada no fim de julho, quando o presidente Temer autorizou as Forças Armadas a atuarem no Rio.
Ele alegou que a polícia costuma fazer sempre o primeiro embate e, se necessário chama reforço. "Foi isso o que aconteceu", afirmou.
Um pouco antes da entrevista de Sá, o governo estadual havia divulgado nota defendendo o secretário -que, segundo o texto, "tem sido incansável no cumprimento do dever".
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