Gabaritos de provas eram negociados em até R$ 70 mil, diz investigação da Polícia Federal
O gabarito da prova do concurso do Tribunal Regional do Trabalho de Alagoas (TRT-AL), realizado em 2013, era negociado de R$ 5 até R$ 70 mil, dependendo do cargo.
A informação sobre o esquema de fraude em concurso público foi repassada, na manhã desta segunda-feira (18), pelo delegado da Polícia Federal em Alagoas, Daniel Silvestre, após a realização da operação Afronta II, da Polícia Federal.
Na ocasião, uma pessoa foi presa durante a ação policial, e liberada em seguida, após prestar esclarecimentos na sede da Polícia Federal, em Maceió. A operação Afronta II foi deflagrada em São Paulo, Campinas, Sorocaba e Maceió.
Quatro pessoas foram conduzidas coercitivamente [quando a pessoa é convidada para prestar esclarecimentos] à PF.
Em Alagoas, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, três de condução coercitiva e um mandado de prisão nas cidades de Maceió, Marechal Deodoro, União dos Palmares e Arapiraca.
De acordo com o delegado da PF, Daniel Silvestre, a primeira fase da operação aconteceu em 2015, quando pelo menos cinco pessoas foram presas suspeitas de participarem de uma organização criminosa que fraudava concursos públicos no Brasil. A quadrilha é suspeita de fraudar mais de 40 concursos no país.
“Nessa segunda fase da operação Afronta nós buscamos as pessoas que contrataram os serviços da quadrilha para que tivessem a aprovação. Através de pontos eletrônicos e de outros equipamentos as informações eram repassadas aos candidatos que compravam o serviço dessa quadrilha”, esclarece Silvestre.
Ainda segundo o delegado, caso seja comprovado a compra da prova, os candidatos que foram nomeados podem perder o cargo e aqueles que não foram serão excluídos do concurso público.
Além disso, a pena para candidatos que compraram provas de concursos públicos é de 1 a 4 anos.
Como o esquema funcionava
De acordo com o delegado Daniel Silvestre, a organização criminosa, que fraudava os concursos, escolhia os certames que fossem adequados a conduta, que era a fraude.
"A quadrilha tinha pessoas que iam fazer as provas, que eram inscritas, e obtinham informação sobre o caderno de provas. Havia uma outra equipe que fazia a correção dessas provas e através de pontos eletrônicos e outros equipamentos as informações eram repassadas a candidatos que compravam o serviço da quadrilha", explica Silvestre.
A informação sobre o esquema de fraude em concurso público foi repassada, na manhã desta segunda-feira (18), pelo delegado da Polícia Federal em Alagoas, Daniel Silvestre, após a realização da operação Afronta II, da Polícia Federal.
Na ocasião, uma pessoa foi presa durante a ação policial, e liberada em seguida, após prestar esclarecimentos na sede da Polícia Federal, em Maceió. A operação Afronta II foi deflagrada em São Paulo, Campinas, Sorocaba e Maceió.
Quatro pessoas foram conduzidas coercitivamente [quando a pessoa é convidada para prestar esclarecimentos] à PF.
Em Alagoas, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, três de condução coercitiva e um mandado de prisão nas cidades de Maceió, Marechal Deodoro, União dos Palmares e Arapiraca.
De acordo com o delegado da PF, Daniel Silvestre, a primeira fase da operação aconteceu em 2015, quando pelo menos cinco pessoas foram presas suspeitas de participarem de uma organização criminosa que fraudava concursos públicos no Brasil. A quadrilha é suspeita de fraudar mais de 40 concursos no país.
“Nessa segunda fase da operação Afronta nós buscamos as pessoas que contrataram os serviços da quadrilha para que tivessem a aprovação. Através de pontos eletrônicos e de outros equipamentos as informações eram repassadas aos candidatos que compravam o serviço dessa quadrilha”, esclarece Silvestre.
Ainda segundo o delegado, caso seja comprovado a compra da prova, os candidatos que foram nomeados podem perder o cargo e aqueles que não foram serão excluídos do concurso público.
Além disso, a pena para candidatos que compraram provas de concursos públicos é de 1 a 4 anos.
Como o esquema funcionava
De acordo com o delegado Daniel Silvestre, a organização criminosa, que fraudava os concursos, escolhia os certames que fossem adequados a conduta, que era a fraude.
"A quadrilha tinha pessoas que iam fazer as provas, que eram inscritas, e obtinham informação sobre o caderno de provas. Havia uma outra equipe que fazia a correção dessas provas e através de pontos eletrônicos e outros equipamentos as informações eram repassadas a candidatos que compravam o serviço da quadrilha", explica Silvestre.
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