Seris libera visitas em presídios após ação preventiva contra meningite
A partir do sábado (16) os presos do sistema prisional da capital vão poder receber visitas. O procedimento estava suspenso desde o dia 9 de setembro após um preso de uma das unidades ser diagnosticado com meningite meningocócica.
De acordo com a Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris), as visitas na Casa de Custódia da Capital e Presídio de Segurança Máxima foram normalizadas após a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) realizar uma ação preventiva para evitar proliferação de meningite .
Diagnóstico
O reeducando Medson Alexandre Borges, 22, foi conduzido ao Hospital Estadual Dr. Hélvio Auto logo após ser diagnosticado com meningite. Ele foi tratado pela equipe médica da unidade de saúde e continua hospitalizado. Seu estado de saúde é estável.
A Seris afirma que todas as medidas necessárias para prevenção e promoção da saúde dos servidores e reeducandos, que tiveram contato com o reeducando Medson, foram tomadas, como explica a supervisora de saúde e agente penitenciária Andréa Rocha.
"Observamos, acompanhamos e medicamos a população carcerária, eliminando riscos de contaminações secundárias e possíveis focos que poderiam deixar mais pessoas suscetíveis à contaminação", afirmou a supervisora.
Andréa Rocha declara que o protocolo de atuação nessas situações foi tomado em tempo hábil. "Já está tudo sob controle; não ocorreram casos secundários e não surgiu mais nenhum reeducando com sintoma da meningite".
De acordo com a Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris), as visitas na Casa de Custódia da Capital e Presídio de Segurança Máxima foram normalizadas após a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) realizar uma ação preventiva para evitar proliferação de meningite .
Diagnóstico
O reeducando Medson Alexandre Borges, 22, foi conduzido ao Hospital Estadual Dr. Hélvio Auto logo após ser diagnosticado com meningite. Ele foi tratado pela equipe médica da unidade de saúde e continua hospitalizado. Seu estado de saúde é estável.
A Seris afirma que todas as medidas necessárias para prevenção e promoção da saúde dos servidores e reeducandos, que tiveram contato com o reeducando Medson, foram tomadas, como explica a supervisora de saúde e agente penitenciária Andréa Rocha.
"Observamos, acompanhamos e medicamos a população carcerária, eliminando riscos de contaminações secundárias e possíveis focos que poderiam deixar mais pessoas suscetíveis à contaminação", afirmou a supervisora.
Andréa Rocha declara que o protocolo de atuação nessas situações foi tomado em tempo hábil. "Já está tudo sob controle; não ocorreram casos secundários e não surgiu mais nenhum reeducando com sintoma da meningite".
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