Registro de pets em cartório começa a se popularizar, em AL
Donos de bichoa de estimação de Maceió estão começando a tornar comum o registro dos seus pets em cartório. O serviço começou a ser oferecido neste ano, e as pessoas que já fizeram dizem que o documento traz segurança e também é uma forma reafirmar o amor pelos pets, que se tornam parte da família.
O serviço está disponível no estado desde março. Um dos primeiros registros feitos foi o do Luke, o golden retriever da jornalista Camila Cahet. Ela conta que ficou sabendo que poderia fazer isso por meio de uma amiga.
“Foi em abril. Uma amiga comentou e eu achei muito interessante, pra assegurar que o Luke é meu. Em viagens, por exemplo, sempre pedem documentação, e esse é um documento oficial”, conta a jornalista.
Para ela, essa é mais uma forma de mostrar o carinho que sente pelo companheiro de quatro patas, que já tem 2 anos de idade.
“Quando você legaliza, dá o status de que ele é da família. Hoje em dia, as pessoas que adotam animais percebem isso. Assim posso demonstrar ainda mais carinho por ele”, afirma Camila.
De acordo com Rainey Marinho, presidente da Associação dos Notários e Registradores de Alagoas (Anoreg-AL), o registro de animais de estimação ainda é pouco procurado.
“Isso começou em Santa Catarina no início do ano. Aí, algum tempo depois, um cartório no Rio de Janeiro fez uma campanha sobre isso e foi um sucesso. A gente começou em março, mas como cartório não faz propaganda, pouca gente ainda sabe desse serviço”, diz Marinho.
O serviço está disponível no estado desde março. Um dos primeiros registros feitos foi o do Luke, o golden retriever da jornalista Camila Cahet. Ela conta que ficou sabendo que poderia fazer isso por meio de uma amiga.
“Foi em abril. Uma amiga comentou e eu achei muito interessante, pra assegurar que o Luke é meu. Em viagens, por exemplo, sempre pedem documentação, e esse é um documento oficial”, conta a jornalista.
Para ela, essa é mais uma forma de mostrar o carinho que sente pelo companheiro de quatro patas, que já tem 2 anos de idade.
“Quando você legaliza, dá o status de que ele é da família. Hoje em dia, as pessoas que adotam animais percebem isso. Assim posso demonstrar ainda mais carinho por ele”, afirma Camila.
De acordo com Rainey Marinho, presidente da Associação dos Notários e Registradores de Alagoas (Anoreg-AL), o registro de animais de estimação ainda é pouco procurado.
“Isso começou em Santa Catarina no início do ano. Aí, algum tempo depois, um cartório no Rio de Janeiro fez uma campanha sobre isso e foi um sucesso. A gente começou em março, mas como cartório não faz propaganda, pouca gente ainda sabe desse serviço”, diz Marinho.
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