Sindicatos querem mudar regras para custódia de presos em Alagoas
Após vários problemas enfrentados por conta da superlotação nas celas das centrais de polícia, o Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) e o Sindicato dos Delegados de Alagoas (Sindepol) querem adotar medidas que mudam regras para custódia dos presos.
Membros dos sindicatos, policiais e delegados se reuniram nesta quinta-feira (31) para debater sobre os problemas, como também apresentar sugestões.
Um dos pontos definidos por eles é que na audiência de custódia, quando o juiz decretar a prisão, o policial civil levará o preso diretamente ao Sistema Prisional, e não à Central de Flagrantes, como de costume. Isso porquê a Central registra constantemente superlotação de presos, o que sobrecarrega os serviços dos policiais.
A data para essa regra entrar em vigor ainda não foi definida.
Por meio da assessoria de comunicação, o delegado geral Paulo Cerqueira disse que não recebeu nada a respeito, e que na Polícia Civil nada é definido fora da gestão.
Um outro ponto também definido pelas categorias é que os policiais civis não vão mais levar presos da Central ao 8º Distrito Policial, no Benedito Bentes, para que lá eles fiquem custodiados.
Segundo o Sindpol, a medida já vem acontecendo há uns meses, mas na audiência de hoje, foi reforçada a importância desse procedimento.
Também foi deliberado que chegando ao limite de presos de 24 presos na Central de Flagrantes 1, de dez presos na Central 3 (8º DP) e de oito presos no Complexo de Delegacias Especializadas (Code), os locais não receberão flagrantes até que se esvaziem as celas. Essa medida já vem sendo praticada há anos pelos policiais.
Os sindicatos vão se reunir novamente, mas desta vez com o Conselho de Segurança Pública (Conseg), o Tribunal de Justiça, a Vara de Execuções Penais e o Corregedoria Geral de Justiça. "(...) demonstrar que a Polícia Civil não aguenta mais o desvio de função e o engessamento das atribuições da Polícia Judiciária que prejudica a população", diz uma nota do Sindpol.
"Nessas reuniões, as entidades sindicais informarão as autoridades que, na audiência de custódia, quando o juiz decretar a prisão, o policial civil não levará o preso à Central de Flagrantes, mas sim para ao sistema prisional", revela Ricardo Nazário.
Membros dos sindicatos, policiais e delegados se reuniram nesta quinta-feira (31) para debater sobre os problemas, como também apresentar sugestões.
Um dos pontos definidos por eles é que na audiência de custódia, quando o juiz decretar a prisão, o policial civil levará o preso diretamente ao Sistema Prisional, e não à Central de Flagrantes, como de costume. Isso porquê a Central registra constantemente superlotação de presos, o que sobrecarrega os serviços dos policiais.
A data para essa regra entrar em vigor ainda não foi definida.
Por meio da assessoria de comunicação, o delegado geral Paulo Cerqueira disse que não recebeu nada a respeito, e que na Polícia Civil nada é definido fora da gestão.
Um outro ponto também definido pelas categorias é que os policiais civis não vão mais levar presos da Central ao 8º Distrito Policial, no Benedito Bentes, para que lá eles fiquem custodiados.
Segundo o Sindpol, a medida já vem acontecendo há uns meses, mas na audiência de hoje, foi reforçada a importância desse procedimento.
Também foi deliberado que chegando ao limite de presos de 24 presos na Central de Flagrantes 1, de dez presos na Central 3 (8º DP) e de oito presos no Complexo de Delegacias Especializadas (Code), os locais não receberão flagrantes até que se esvaziem as celas. Essa medida já vem sendo praticada há anos pelos policiais.
Os sindicatos vão se reunir novamente, mas desta vez com o Conselho de Segurança Pública (Conseg), o Tribunal de Justiça, a Vara de Execuções Penais e o Corregedoria Geral de Justiça. "(...) demonstrar que a Polícia Civil não aguenta mais o desvio de função e o engessamento das atribuições da Polícia Judiciária que prejudica a população", diz uma nota do Sindpol.
"Nessas reuniões, as entidades sindicais informarão as autoridades que, na audiência de custódia, quando o juiz decretar a prisão, o policial civil não levará o preso à Central de Flagrantes, mas sim para ao sistema prisional", revela Ricardo Nazário.
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