Arapiraca sedia Seminário da Educação Inclusiva
O processo de ensino e aprendizagem é gradual, sistemático e se torna ainda mais complexo quando o aluno possui algum tipo de deficiência. Por conta disso, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), por meio da Supervisão de Educação Especial, realiza, desde o dia 17 deste mês, uma série de ações para o fortalecimento de vínculos em toda a rede pública de ensino com as atividades da XXI Semana Estadual da Pessoa com Deficiência e do Agosto Verde.
Nesta terça-feira (29), no auditório da Escola Estadual de Tempo Integral Izaura Antônia Lisboa (Epial), em Arapiraca, secretários municipais de Educação, gerentes regionais de ensino, diretores, professores, alunos e servidores de escolas públicas de três polos regionais participaram ativamente de mais uma etapa do Seminário de Educação Inclusiva em Discussão.
No evento, foram apresentadas experiências exitosas no trabalho em sala de aula, bem como a metodologia de ensino que está sendo aplicada nas escolas. Segundo a supervisora de Educação Inclusiva da Secretaria de Estado da Educação, Lorena Leão, o propósito principal de todo o trabalho é a qualificação de professores por meio de cursos de formação e seminários que possibilitem o fortalecimento do processo de ensino e aprendizagem para os alunos que apresentem algum tipo de deficiência.
Ela revelou que, na rede estadual em Alagoas ,existem hoje 170 salas de recursos especiais onde os educadores desenvolvem atividades e atendimento a alunos com algum tipo de deficiência auditiva, visual e transtornos globais do desenvolvimento, entre outras especialidades.
Integração - Lorena Leão destaca a importância de seminários para oportunizar a reflexão acerca das conquistas e o papel dos agentes públicos na formação dos jovens.
“A educação para alunos especiais não pode ser feita de forma isolada, separadamente. Precisa existir interação com alunos que não portam deficiência”, acrescenta a supervisora de Educação Inclusiva, adiantando que o seminário já passou por cidades da Região Metropolitana de Maceió e no Sertão de Alagoas.
“Com base em todas as discussões, faremos um amplo relatório das ações que estão sendo desenvolvidas e as demandas que ainda existem, para que possamos avançar ainda mais na qualidade na educação inclusiva”, complementou Lorena Leão.
A secretária municipal de Educação de Coité do Nóia, Tatiana Lessa, considera muito positiva a integração entre as duas redes de ensino. “A educação especial ainda está distante da realidade que queremos, mas, com o trabalho conjunto, e as gerências regionais apoiando, com certeza, avançaremos mais”, afirmou a secretária.
Nesta terça-feira (29), no auditório da Escola Estadual de Tempo Integral Izaura Antônia Lisboa (Epial), em Arapiraca, secretários municipais de Educação, gerentes regionais de ensino, diretores, professores, alunos e servidores de escolas públicas de três polos regionais participaram ativamente de mais uma etapa do Seminário de Educação Inclusiva em Discussão.
No evento, foram apresentadas experiências exitosas no trabalho em sala de aula, bem como a metodologia de ensino que está sendo aplicada nas escolas. Segundo a supervisora de Educação Inclusiva da Secretaria de Estado da Educação, Lorena Leão, o propósito principal de todo o trabalho é a qualificação de professores por meio de cursos de formação e seminários que possibilitem o fortalecimento do processo de ensino e aprendizagem para os alunos que apresentem algum tipo de deficiência.
Ela revelou que, na rede estadual em Alagoas ,existem hoje 170 salas de recursos especiais onde os educadores desenvolvem atividades e atendimento a alunos com algum tipo de deficiência auditiva, visual e transtornos globais do desenvolvimento, entre outras especialidades.
Integração - Lorena Leão destaca a importância de seminários para oportunizar a reflexão acerca das conquistas e o papel dos agentes públicos na formação dos jovens.
“A educação para alunos especiais não pode ser feita de forma isolada, separadamente. Precisa existir interação com alunos que não portam deficiência”, acrescenta a supervisora de Educação Inclusiva, adiantando que o seminário já passou por cidades da Região Metropolitana de Maceió e no Sertão de Alagoas.
“Com base em todas as discussões, faremos um amplo relatório das ações que estão sendo desenvolvidas e as demandas que ainda existem, para que possamos avançar ainda mais na qualidade na educação inclusiva”, complementou Lorena Leão.
A secretária municipal de Educação de Coité do Nóia, Tatiana Lessa, considera muito positiva a integração entre as duas redes de ensino. “A educação especial ainda está distante da realidade que queremos, mas, com o trabalho conjunto, e as gerências regionais apoiando, com certeza, avançaremos mais”, afirmou a secretária.
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